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segunda-feira, 3 de junho de 2013

Novo filme de Superman resgata paralelos com Jesus Cristo


"Quando você tem dois deuses batalhando, é como se o seu mundo fosse feito de papel", disse Zack Snyder, o diretor de O Homem de Aço. "Deuses não são cuidadosos. Um deles é, pelo menos, mas isso não importa muito no calor da batalha", comentou em coletiva de imprensa na tarde de sexta em Los Angeles, referindo-se aos antagonistas do filme, Superman (Henry Cavill) e o General Zod (Michael Shannon).
Homem de Aço
O exagero na ação e destruição desses encontros é um contraponto interessante no filme com os temas e simbolismos. "Nosso objetivo foi pegar um quadrinho e levá-los às telas da melhor maneira possível, sem preocupações com realismo e fatos do mundo real. É uma obra de ficção, mas com preocupações verdadeiras sobre o que ela representa. Superman é uma metáfora sobre encontrar seu lugar no mundo, para essa jornada. Todo mundo é incompreendido quando jovem, quando criança. Esse um sentimento universal", segue Snyder.

Segundo o roteirista David Goyer, "todos conseguem se identificar com não ser compreendido e buscar seu lugar no mundo. Mas a grande diferença é que Kal-El tem a responsabilidade de escolher entre mudar o planeta ou não. Ele conta com os ensinamentos de seus pais para escolher, mas ao final é a voz de seu pai biológico, Jor-El, que o guia na decisão definitiva. Kryptonianos não escolhem seus destinos - essa é a diferença fundamental entre os humanos e eles".

O Homem de Aco 16Mai2013
Uma das grandes preocupações sobre o papel do Superman nos dias de hoje, quando há super-heróis muito mais "malandros" nas telas, é como torná-lo "bacana" outra vez. "Superman é legal? É legal fazer o certo. Ele é um trabalhador voluntário em escala global, alguém que não busca glórias pelo que faz. Superman é legal, sim", garante Snyder.

O simbolismo religioso é outro elemento que O Homem de Aço resgata. "A relação entre Jesus Cristo e Superman não foi inventada por nós. Existe desde a criação do personagem. Mas é uma dessas coisas que desapareceram nas últimas décadas... eu achei que deveríamos voltar a falar dessa mitologia e da importância desse personagem e sua relevância para o momento", explica Snyder. "A mitologia da história estabelece um paralelo interessante com a história de Cristo, dando uma camada de interesse extra ao filme. Filosofia, religião, respeito aos quadrinhos, tudo isso nos interessou".

Goyer também exalta outras referências mitológicas "O mito de Moisés é outra influência. Superman tem raízes no Novo e também no Velho Testamento. Ele é um personagem messiânico e ao mesmo tempo meio Beowulf, meio Gilgamesh, entre outros heróis clássicos que representam a conciliação entre os deuses e nós".

Nota: É interessante observar que os diretores a saga do "super-herói" confirmam que buscaram elementos relacionados a Jesus Cristo. Vemos a cada dia o nome de Jesus Cristo ser profanado e cair em descrédito por várias obras de ficção cinematográficas.

UOL

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

O jornalismo oculto da Superinteressante


A revista Superinteressante do mês passado uniu na matéria de capa (mais uma vez) dois temas que vendem muito: vida de Jesus e mistério. Como já ocorreu em situações semelhantes nessa publicação, a matéria peca pela parcialidade das fontes: via de regra, a Super recorre a teólogos liberais e a arqueólogos agnósticos e/ou ateus. Na matéria “Os anos ocultos de Jesus”, a fonte principal é John Dominique Crossan, co-fundador do controverso Jesus Seminar. Logo de cara, Crossan, com o tom polêmico de sempre, “informa” aos repórteres da Super que “os autores de Mateus e Lucas [!], que se basearam em Marcos, parecem ter ficado constrangidos com a baixa formação de Jesus. E deram um jeito de melhorar a coisa. Mateus (13:55) diz que o pai de Jesus é que era tekton [“pedreiro”, não necessariamente “carpinteiro”, segundo a matéria]. E Lucas omitiu todo o versículo”. Assim, somos “informados” categoricamente pela revista sobre o “fato” de Jesus ter sido pedreiro e não carpinteiro, conforme a Bíblia. Bem, aí está o tom que perpassa a matéria.

A reportagem de um ângulo só também nos avisa de que Jesus teria sido discípulo de João Batista, muito embora reconheça que “os evangelhos não falam de João como mestre de Jesus”. E precisam? Pra que Bíblia, se temos a Superinteressante para nos dizer o que realmente aconteceu e nos ajudar a fazer a verdadeira interpretação dos ensinos escriturísticos?

Que evidências a revista apresenta para sustentar essa suposta relação discípulo-mestre entre Jesus e João? Ei-las: “Tal como João Batista, Jesus via o mundo dividido entre forças do bem e do mal. E anunciava que Deus logo interviria para acabar com o sofrimento e inaugurar uma era de bondade. Em suma: tanto um como o outro eram o que os pesquisadores chamam de ‘profetas apocalípticos’. E se os Evangelhos jogam tanta luz sobre João Batista (Lucas fala inclusive sobre o nascimento do profeta, assim como faz com Jesus), a possibilidade de que a relação deles tenha sido mais profunda é real.”

Não ocorre aos autores do texto que Jesus e João foram ambos enviados de Deus e que, portanto, tinham mesmo uma mesma mensagem para dar ao mundo? Se João recebe destaque em Lucas, isso se deve ao fato de ter sido ele um profeta de destaque justamente por ter servido de arauto do Messias. E se a pregação deles fosse diferente, aí a Super afirmaria que Jesus contradisse João, como já sugeriu que Paulo teria feito em relação à mensagem de Jesus.

Além de considerar a ressurreição e os milagres de Jesus “mitologia cristã” (embora haja boas evidências para a ressurreição) e logo em seguida afirmar o que inicialmente supôs (ou seja, que Jesus seria filho de pedreiro), Super menciona pelo menos uma diferença entre a mensagem de João e a de Jesus: como João anunciou a vinda do reino e acabou morrendo, Jesus teria ficado tão “abalado” com a não intervenção divina nesse caso que teria mudado sua visão/definição de reino. “João Batista havia imaginado uma intervenção unilateral de Deus. Jesus imaginou uma cooperação bilateral: as pessoas deveriam agir em combinação com Deus para que o novo reino chegasse”, diz Crossan.

Nada a ver! Jesus pregou a respeito do reino da graça e do reino da glória; um presente entre os humanos (no coração deles) e outro que ainda virá. Crossan bagunça tudo! Seria essa compreensão equivocada resultante dos resquícios teológicos de seu tempo de religioso (sevita) católico, misturada a sua visão cética adotada depois? Sei lá. Melhor pensar assim do que imaginar que Crossan estaria agindo com desonestidade intelectual abraçada e aplaudida pela Super. Ler os evangelhos com a mente aberta, sem preconceitos, não dói, pessoal! Ah, e jornalistas também podem ler a Bíblia por si mesmos, sem depender da interpretação desse ou daquele estudioso.

Confesso que, daqui em diante, tive que fazer muito esforço para ler o restante do artigo, afinal, para que perder tempo com ficção travestida de reportagem? Mas fui adiante e confirmei minha suspeita de enviesamento ideológico quando li outra declaração, desta vez do famoso agnóstico Bart D. Ehrman, autor o livro Quem Foi Jesus? Quem Jesus Não Foi?: “Não há nenhum relato, em qualquer fonte antiga, sobre o rei Herodes massacrar crianças em Belém, ou em seus arredores, ou em qualquer outro lugar”, diz ele. Ok. Então é assim que funciona: quando a Bíblia não diz nada, eles inventam; quando diz alguma coisa, não aceitam. Difícil, né?

A matéria ainda lança suspeitas sobre a autoria dos evangelhos, cita outra liberal – Karen Armstrong < http://www.criacionismo.com.br/2008/05/uma-releitura-da-bblia.html > – para defender a tese de que os autores (mesmo João e Mateus) não teriam sido testemunhas oculares, e termina afirmando que mesmo “os anos considerados como os mais conhecidos da vida de Jesus também são cheios de episódios misteriosos”. [Leia também “Bíblia teria autores falsos?” http://www.criacionismo.com.br/2008/09/bblia-teria-autores-falsos.html ]

Ah, sim, mais um detalhe: Jesus pode não ter sido exatamente crucificado, mas “arvorificado”. É a teoria (controversa, é verdade, mas e daí) do arqueólogo Joe Zias, da Universidade Hebraica de Jerusalém.

O artigo termina assim (consegui chegar ao último parágrafo): “Só no século 2, quase 100 anos após a morte de Jesus, começam a aparecer relatos sobre ele no centro do Império. Um deles é uma carta do político romano Plínio ao imperador Trajano. Plínio cita pessoas conhecidas como ‘cristãs’ que veneravam ‘Cristo como Deus’. Outra fonte é o historiador romano Tácito, que menciona os ‘cristãos (...), conhecidos assim por causa de Cristo (...), executado pelo procurador Pôncio Pilatos’. Suetônio, que escreveu pouco depois de Tácito, informa sobre uma perseguição de cristãos, ‘gente que havia abraçado uma nova e perniciosa superstição’. Uma ‘superstição’ cuja mensagem convenceria cada vez mais gente, a ponto de, no século 4, o imperador romano em pessoa (Constantino, no caso) converter-se a ela. E o resto é história. Uma história que chega ao seu segundo milênio. Com 2 bilhões de seguidores.”

Ainda bem que historiadores romanos (e um judeu: a revista se esqueceu de Josefo) citam Jesus em seus escritos, caso contrário, Superinteressante diria que Jesus nem sequer teria existido.

Tenho certeza de que, com essa matéria com sabor de teoria da conspiração, a edição de julho da Super deve ter vendido bastante, afinal, sempre há os incautos que dão crédito a esse tipo de conteúdo – especialmente o público preferencial da revista: adolescentes que ainda mal tiveram tempo de formar uma visão crítica da mídia e sequer leram bons livros de apologética cristã que respondem satisfatoriamente as questões levantadas pelo artigo. Com todo o respeito aos adolescentes.

Fonte: Michelson Borges

domingo, 2 de janeiro de 2011

Os nomes de Jesus na Bíblia



Miguel era o nome de Jesus Cristo antes da encarnação. (Como por exemplo Emanuel (Deus Conosco).
O nome Miguel exprime o papel de Cristo antes da encarnação: ‘Mika El’ = ‘Como Deus’, ou seja Seu representante.

O nome Jesus exprime o papel dele como nosso salvador e advogado. Yeshua – salvador em hebraico.

Na Nova Terra Jesus terá OUTRO NOME como ensina Apocalipse 3:12:

(Apocalipse 3:12) – A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, e dele nunca sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, do meu Deus, e também o meu novo nome.

O nome dele na Nova Terra exprimirá uma outra situação que ainda não sabemos: talvez remita a felicidade, eternidade, amor paternal, ou o fato de finalmente ter vencido Satanás.

Embora Emanuel, Miguel e Jesus sejam os nomes mais conhecidos, Jesus tem mais de 100 títulos nas sagradas escrituras. Vejamos cada um deles:


1 - Advogado I Jo 2:1.
2 - Ajudador Sl 54:4.
3 - Amado Ct 1:14; Ct 2:3; Ct 4:16; Ct 5:2; Ct 6:3; Ef 1:6; Mt 3:17; Is 5:1.
4 - Alfa Ap 1:8; Ap 21:6.
5 - Altíssimo Lc 6:35.
6 - Arvore da Vida Pr 3:18; Ap 2:7; Ap 22:2.
7 - Anjo da Aliança Mt 3:1. Anjo de Deus Ex 14:19; Ex 23:23; Dn 6:22; Gn 22:15.
8 - Anjo do Senhor Mt 1:20; Jz 6:11; Jz 13:3.
9 - Autor da Salvação Hb 5:9.
10 - Autor da Vida At 3:15.
11 - Bendito Mc 23:39; Mc 21:9; Lc 1:68; Lc 19:38; II Co 1:3.
12 - Cordeiro I Co 5:7; Ap 5:12; Ap 6:1; Ap 6:12.
13 - Cordeiro de Deus Jo 1:29; Jo 1:36.
14 - Conselheiro Is 9:6.
15 - Cordeiro Pascoal Jo 1:29; Jo 1:36.
16 - Consumador Hb 12:2.
17 - Bispo de nossas almas I Pe 2:25.
18 - Cabeça do Corpo Col 1:18.
19 - Cabeça da Igreja Ef 5:23.
20 - Cristo de Deus I Co 3:23.
21 - Cristo Mt 2:4; Mt 16:16; Mt 24:23; Mc 8:29; Lc 4:41; Jo 20:31; Lc 9:20; Lc 23:2.
22 - Cristo Jesus Rm 6:3; II Co 4:5; Ef 2:20.
23 - Caminho Is 30:21; Jo 14:6.
24 - Consolador Jo 14:26; Jo 15:26; Jo 16:7.
25 - Príncipe da Paz Is 9:6.
26 - Deus Forte Is 9:6.
27 - Deus Supremo Sl 95:3.
28 - Digno Ap 4:11; Ap 5:12.
29 - Escudo Gn 15:1; II Sm 22:23; Sl 3:3; Sl 7:10; Sl 18:2; Sl 18:30; Sl 115:9; Sl 119:114; Sl 28:7; Pv 30:5.
30 - Emanuel Is 7:14; Mt 1:23.
31 - Deus conosco Mt 1:23.
32 - Esperança nossa Sl 39:7; Sl 71:5; Jr 14:8.
33 - Estrela da manhã Ap 22:16.
34 - Estrela da Alva II Pe 1:19.
35 - Filho Mt 1:23; Lc 1:13; Mt 13:55; Mt 21:7.
36 - Filho Amado Mc 12:6; Lc 20:13; Mc 1:11; Mt 3:17.
37 - Filho de Deus Mt 5:9; Jo 20:31; Lc 1:35; Mc 1:1; Hb 6:6.
38 - Filho do Homem Mt 16:27; Hb 2:6; Ap 1:13; Lc 12:32,40; Mt 10:23; At 7:56; Mt 16:13; Jo 8:28; Mt 9:6; Mt 13:37; Mt 17:9,22; Mc 8:32; Mc 9:12; Lc 6:22; Lc 9:56; Jo 3:13.
39 - Filho de Davi Mt 21:9,15; Mt 20:30,31; Mt 12:23.
40 - Filho do Altíssimo Lc 1:32.
41 - Fonte das águas vivas Jr 17:13.
42 - Jesus Jo 20:31; Lc 1:31; Mt 1:21,25; At 18:5; At 18:18.
43 - Juiz Tg 5:9; . Justo Sl 119:137; Sl 145:17; Is 45:21; At 22:14
44 - Leão de Judá Ap 5:5.
45 - Lírio dos Vales Ct 2:1.
46 - Luz Jo 12:46; Jo 8:12; Sl 27:1; Is 60:20; Mq 7:8.
47 - Legislador Is 33:22; Tg 4:12.
48 - Messias Jo 1:41; Jo 4:25; Dn 9:25.
49 - Mediador I Tm 2:5; Hb 9:15; Hb 12:24.
50 - Maravilhoso Is 2:5.
51 - Pai Is 63:16.
52 - Pão Vivo Jo 6:51.
53 - Pai da Eternidade Is 9:6.
54 - Príncipe Is 55:4; Dn 8:25; At 5:31; At 3:15.
55 - Noivo Is 62:5; Mt 25:1; Mc 2:19.
56 - Nazareno Mt 2:23; Lc 24:19.
57 - Ômega Ap 1:8; Ap 21:6.
58 - Onipotente Sl 91:1.
59 - Primogênito Ap 1:5; Mq 6:7; Rm 8:29;
60 - Primícia dos que dormem I Co 15:20.
61 - Pastor Sl 23:1; Sl 80:1; Jo 10:11; Hb 13:20; I Pe 5:4.
62 - Porta Jo 10:9.
63 - Pedra Angular Ef 2:20; At 4:11; I Pe 2:6.
64 - Pedra de esquina I Pe 2:7.
65 - Rei Sl 5:2; Sl 44:4; Sl 47:7; Is 33:22; Is 43:15; Ap 17:14; Zc 14:9; Lc 19:38; 66 - Jo 12:15; Jo 19:14;
67 - Rei dos Judeus Lc 23:38; Jo 18:33.
68 - Rei dos Reis Lc 23:38; Jo19:19; Ap 19:16; I Tm 6:15.
69 - Rei das Nações Jr 10:7; Ap 15:3.
70 - Rei de Israel Jo 12:13.
71 - Raiz de Davi Ap 5:5.
72 - Rosa de Sarom Ct 2:1.
73 - Rebento do Trono de Jessé Is 11:1.
74 - Sumo Sacerdote Hb 4:14.
75 - Senhor I Co 15:5-7; II Co 4:5; Fl 2:11; Cl 2:6.
76 - Senhor dos Senhores Ap 19:16; I Tm 6:15.
77 - Senhor dos Exércitos Is 19:16; Sl 46:7; Is 6:5; Is 37:16.
78 - Santo Ap 4:8.
79 - Soberano Ap 6:10.
80 - Salvador Lc 2:11; II Pe 3:18. Sol Sl 84:11;
81 - Sol da Justiça Ml 4:2.
82 - Todo Poderoso Ap 1:8; Ap 4:8; Ap 15:3; Ap 21:22.
83 - Ungido de Deus I Sm 24:10.
84 - Verdade Jo 8:32; Jo 14:6.
85 - Vida Jo 14:6.
86 - Verbo Jo 1:1; Jo 1:14; I Jo 1:1; Ap 19:3.
87 - Verdadeiro Ap 19:11; Jo 15:5; Jo 15:1.
88 - Descendente de Mulher Gn 3:15.
89 - O que batizava com o Espírito Santo Jo 1:33.
90 - O que dá testemunho de si mesmo Jo 8:18.
91 - O que haveria de vir Mt 11:3.
92 - Eleito por Deus Lc 9:35.
93 - Estrela de Jacó Nm 24:17.
94 - Cetro de Israel Nm 24:17.
95 - Fiel Testemunha Ap 1:5.
96 - Fiel e Verdadeiro Ap 19:11.
97 - Filho de Deus Bendito Lc 1:32.
98 - Filho do Pai II Jo 3.
99 - Imagem do Deus invisível Cl 1:15.
100 - Mistério e Esperança do ser humano Cl 1:27.
101 - Pedra Espiritual I Co 10:4.
102 - Plenitude da Divindade Cl 2:9.
103 - Primícia I Co 15:20.
104 - Redentor Is 59:20.
105 - Libertador Rm 11:26,27.
106 - Servo Is 42:49; Is 50:4-11.
107- Miguel Jos 5:13-15, Ap 12:7-12, Ju 1:9, Daniel 12:1-3.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Cid Moreira fala da Bíblia e da IASD em sua biografia


“Só posso e quero trabalhar com a Bíblia”, disse Cid Moreira no lançamento de sua biografia Boa Noite, no dia 23 de março, no Shopping Morumbi, em São Paulo. O destaque da noite não ficou só no lançamento do livro, mas também na persistência do locutor em falar quase o tempo todo da Palavra de Deus. Em entrevista a Rádio Novo Tempo Campinas, Cid foi ainda mais categórico e citou o livro Caminho a Cristo, da escritora norte-americana Ellen White: “Foi o livro que me instigou a ler a Bíblia”, afirmou. De acordo com a esposa de Cid e autora do livro Boa Noite, Fátima Sampaio Moreira, há mais de dez anos o locutor foi convidado pela Casa Publicadora Brasileira para gravar um audiobook do Caminho a Cristo. “Ele precisava entender o livro e começou a estudar a Bíblia. Quando entendeu, se apaixonou”, conta a esposa. Ela fala ainda que o estudo da Bíblia o tornou mais tolerante, mais preocupado em tratar bem o semelhante e a temer a Deus.

Quando comecei a entrevistar o Cid, minha primeira pergunta foi sobre a importância do Jornal Nacional na vida dele, justamente porque o nome do livro foi inspirado no telejornal. Ele me respondeu rapidamente que foi o prestígio do JN que lhe possibilitou gravar a Bíblia na íntegra. Em outro momento perguntei da importância do rádio, uma vez que foi nesse veículo que ele iniciou a carreira profissional. Cid respondeu a minha pergunta, mas, em seguida, voltou a falar da Bíblia. Numa terceira vez, perguntei que cuidados ele tinha com a voz, que é sua marca registrada. A resposta: “A despreocupação, a confiança em Deus, tudo isso, beneficia e você jamais fica estressado. Isso que eu recomendo.”

O evento contou com a presença de personalidades do jornalismo do País e também de veículos de comunicação como a Rede Novo Tempo, TV Globo, Rede TV, TV Caras, entre outros veículos que cercaram Fátima e Cid com perguntas sobre o lançamento da biografia. Pude acompanhar de perto as entrevistas e novamente ver e ouvir o carinho especial de Cid pela Bíblia.

Já que dizem que as mulheres são intuitivas, me atrevo a falar que Cid realmente transparece um amor imenso pela Palavra de Deus. O locutor não se intimidou e falou sobre os ensinamentos bíblicos em todas as entrevistas. Confesso que fiquei surpresa em ver Cid Moreira falar com a imprensa sempre buscando colocar a Bíblia Sagrada em evidência.


Há muito tempo, o casal Cid e Fátima demonstram carinho especial pelos adventistas. Gostaria de transcrever alguns trechos do livro Boa Noite:

“Por causa desse livro [Manual de Saúde, da CPB] aprendi bem cedo o valor das frutas, verduras e sementes em nossa vida” (p. 65).

O livro conta ainda que um dos motivos que o fizeram desistir de ser carnívoro são os problemas de saúde acarretados pelo consumo da carne de porco.

Na página 181, o livro Caminho a Cristo também é citado:

“Quando comecei a gravar, percebi que quase tudo que ela [referindo-se a Ellen White] escrevia era baseado em fatos bíblicos e vinha com a referência em seguida. Então, cada vez que eu via lá: livro, capítulo e versículo tal do Velho ou Novo Testamento, eu pesquisava na Bíblia e procurava entender o que ela estava ensinando. Assim, fui ganhando maior contado e intimidade com o Livro Sagrado.”

Na entrevista com a esposa de Cid, ela revela também que a primeira atividade do dia que os dois fazem juntos é o culto. “Lemos a Bíblia e a Devoção Matinal da Igreja Adventista [IASD] todas as manhãs. Refletimos sobre o que estudamos.” Na página 191, Cid exibe fotos e o apreço da amizade com membros da Igreja Adventista como Milton Afonso, a cantora Rafaela Pinho e a maestrina Suzana Hirle. E ainda destaca o pastor e jornalista Siloé de Almeida como um de seus grandes amigos.

Indico a você a leitura dessa obra fascinante de 294 páginas, que, além de descrever os principais acontecimentos na mídia, fala do nosso Criador.

Citações de Cid Moreira nas páginas 182 e 183:

“Sou uma pessoa de credibilidade em meu trabalho, que teve muitas coisas que muitos poderiam chamar de sucesso. Era reconhecido por um país inteiro, onde quer que eu fosse, tive relacionamentos amorosos com muitas mulheres bonitas e inteligentes, tive dinheiro, prestígio e cultura. Usufruí de conforto e pratiquei esportes. Vivo em uma das cidades mais bonitas do mundo, quase em frente ao mar. Viajei e visitei várias partes do planeta, assisti a grandes espetáculos de música e peças nos mais renomados teatros e casas de shows do mundo; então, muitos vão insistir que isso é sucesso e tudo o que o homem precisa nessa vida. Eu vou dizer do fundo do meu coração: é tudo ilusão, como refletiu tão bem o sábio rei Salomão. É tudo ilusão!

“Esse mundo da criação, em que tudo flutua e gira vagando no imenso espaço em que a gente passa esses anos de nossa vida, já é por si só divino e maravilhoso. Só esse fato já merece celebração. Mas nós, miseráveis, que andamos de um lado para o outro sem saber para onde estamos indo, nos destruímos mutuamente, mesmo assim queremos um contato com o todo, com o que é o princípio e o fim, o Alfa e o Ômega. Eu desejo parar de vagar que nem cego, e usar os atributos que me foram dados de maneira inteligente. Quero promover meios que permitam que eu viva e que deixe viver todas as outras criaturas que se encontram nesta mesma casa que me foi emprestada, que é o Planeta Terra.”

(Charlise Alves, jornalista e locutora da Rádio Novo Tempo Campinas)

segunda-feira, 13 de julho de 2009

A segunda vinda de Cristo


Segunda Vinda de Cristo – A segunda vinda de Cristo é a bendita esperança da Igreja, o grande ponto culminante do evangelho. A vinda do salvador será literal, pessoal, visível e universal. Quando Ele voltar, os justos falecidos serão ressuscitados e, juntamente com os justos que estiverem vivos, serão glorificados e levados para o Céu, mas os ímpios irão morrer. O cumprimento quase completo da maioria dos aspectos da profecia, bem como a condição atual do mundo, indica que a vinda de Cristo é iminente. O tempo exato desse acontecimento não foi revelado, e somos portanto exortados a estar preparados em todo o tempo. – Crenças Fundamentais, 24.

A segunda vinda de Cristo, nossa grande esperança adventista, contém um poderoso significado que afeta cada aspecto da minha vida. Quero apresentar esse significado dentro da estrutura das quatro razões por que creio que Cristo em breve retornará à Terra.

Base Bíblica

Primeiro, creio na segunda vinda em função da sua base bíblica. Posso contar com a confiabilidade e exatidão da narrativa dos evangelhos sobre quem era Jesus e o que Ele ensinava. E o relato que os evangelhos fazem sobre a vida terrestre de Jesus autentica Sua promessa de retorno. Durante Sua vida, Seus seguidores tiveram abundantes confirmações de Suas promessas. O relato do Novo Testamento a respeito da vida de Cristo é um testemunho de Sua fidelidade, a qual me dá total segurança quanto à Sua promessa de voltar.

Além disso, não posso ignorar o fato de que todos os escritores do Novo Testamento se voltaram confiantemente para o futuro, para o retorno de Cristo. Em acréscimo à segurança encontrada nos evangelhos (Mat. 24:30; Mar. 14:25; João 14:1-3), Paulo recordou aos coríntios ao se reunirem para a Santa Ceia que “todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que Ele venha”. I Cor. 11:26. Na mesma carta, ele os admoestou: “Aguardando vós a revelação de nosso Senhor Jesus Cristo.” I Cor. 1:7. Referências similares são encontradas em Atos 3:19-21; Heb. 9:28; Tia. 5:7; Apoc. 21:1-8.

Expressando essa doutrina vital os escritores do Novo Testamento são mais do que convincentes. Eles afirmam que dentro do desenvolvimento do plano de Deus a segunda vinda irá definir o destino final da humanidade.

Parte da Trama

Minha segunda razão, intimamente relacionada com a primeira, é que a verdade da segunda vinda de Jesus não pode ser separada da fé em Jesus. A doutrina da segunda vinda tem de ser vista dentro do conjunto que reúne toda a atividade salvadora de Cristo.

A Bíblia dá testemunho acerca de Jesus Cristo como o Filho de Deus, encarnado, crucificado, ressurreto, assunto ao Céu, glorificado e voltando à Terra para buscar os salvos. A Igreja, através dos séculos, tem confirmado esse testemunho. Mas cada nova época tem que redescobrir o que esse testemunho significa.

Ao fazer isso, entretanto, é preciso relacionar-se com o Jesus integral e não apenas com um Cristo parcial. Por isso a segunda vinda não pode ser separada de Jesus e de quem Ele é na Sua totalidade.

Ao reconhecê-Lo como o meu Senhor que retorna, vou desejar explorar a totalidade da verdade sobre Ele e valorizar mais e mais cada aspecto do que a Bíblia e a Igreja têm a dizer a Seu respeito.

Por exemplo, de Sua vida verdadeiramente humana vou aprender como é Deus e como quer que seja a minha vida. Vou ver nEle não apenas como Deus Se desloca em minha direção, mas também como devo ir até Deus. Ele era tão íntimo de Deus o Pai, sem deixar de ser absolutamente reverente. Ele amou as pessoas e parecia ter um espaço privilegiado em Sua afeições aos perdidos e desprezados da sociedade. Ele era capaz de manifestar uma contagiosa bondade.

Da mesma forma, tenho que levar em conta o impacto de sua vergonhosa morte. Ele sabia que o pior viria no final. Ele falou sobre o inescapável sofrimento do Filho do homem. Mas eu tenho que estar absolutamente oprimido pelo fato de que Ele sofreu e morreu por mim. O Servo Sofredor permitiu que homens e mulheres O tratassem da pior forma possível; e isso por amor. Tal amor “tão maravilhoso, tão divino, exige minha alma, minha vida, tudo o que sou”.

Sua ressurreição me abre outra dimensão vital. Ter a certeza de que Ele está vivo, que Deus Lhe deu o triunfo sobre a morte, me dá nova esperança. Isso reforça em mim Sua promessa de que Ele foi preparar um lugar para mim e voltará para me levar para esse local.

Em suma, Cristo é nosso Profeta, Sacerdote e Rei. Ele é o canal de toda luz, vida e amor. Quanto mais reflito na magnificência desse Cristo incomparável, mais fácil me é entender e aceitar que Ele irá cumprir Sua promessa de voltar.

Impacto Sobre a Vida Diária

Minha terceira razão para crer na segunda vinda tem a ver com o impacto dessa doutrina sobre a Igreja através dos séculos. Desde os tempos do Novo Testamento, a grande esperança do segundo advento tem dado significado à vida e direcionado ou alterado o comportamento dos cristãos.

Não tenho medo de reconhecer que os cristãos primitivos esperavam a volta de Cristo em seus dias. Essa expectativa estava presente em cada momento da sua vida diária.

Mas tanto para os primeiros cristãos quanto para mim a segunda vinda não representa uma forma de negar o mundo atual. É claro que cristãos, em vários períodos da História, têm ansiado pelo retorno de Cristo como forma de se livrarem das hostilizações e ameaças desta vida. Em algumas circunstâncias essa esperança os levou a desprezar a vida presente e até a preocupação com a salvação pessoal. Só que não é isso o que a Bíblia ensina.

A vida aqui na Terra é cheia de frustrações, tragédias e sofrimentos; ela clama por uma seqüência melhor. Ainda que a vida presente seja repleta de deleites, a promessa é tão grande que o cristão espera por uma seqüência. A bondade no mundo atual também nos faz olhar para o futuro, para o mundo feito novo.

Longe de representar um escape dos desafios do presente, a grande esperança do advento é o maior estímulo que dá sentido à minha vida e comportamento hoje. Ela me ajuda a não amesquinhar a capacidade ou o valor de uma pessoa, pois me diz que cada homem, mulher ou criança que encontro tem um valor infinito. Ela me fala da liberdade concedida por Deus a pessoas de todas as regiões e etnias; e que todas elas são herdeiras do Reino.

A realidade da segunda vinda afeta nossa atitude quanto a numerosas questões éticas, uma vez que nos ensina que o valor eterno de uma pessoa conta mais para Deus do que nossos preconceitos, conforto ou utilidade. Cada vez que participamos de um ato de amor altruísta estamos antecipando a segunda vinda em nossa vida diária.

A Grande Consumação

Finalmente, minha expectação do retorno de Cristo se fundamenta na capacidade divina para transformar Seus propósitos em uma grande consumação. A fé cristã sempre tem repetido que o Deus que Se entregou através de Cristo tem como propósito o maior bem para o mundo que Ele ama, e que esse objetivo se cumpre no final triunfo.

Deus me criou à Sua semelhança. Sua proposta é que eu tenha o mais íntimo relacionamento possível com Ele. Quer também que eu desenvolva companheirismo com Ele, um companheirismo que misture admiração com dependência. É nisso que repousa meu verdadeiro status, minha verdadeira liberdade e meu real destino. Deus me ama de forma tão ampla a ponto de desejar minha presença com Ele por toda a eternidade, fruindo tudo o que Ele tem para me conceder enquanto eu lhe devolvo tudo o que posso.

Se Deus não está conduzindo o mundo para um estado final muito superior à condição humana que conhecemos hoje, então seria preferível não crer em Deus. Portanto, quando um secularista diz que não haverá uma segunda vinda de Cristo, o cristão deveria responder: Eu creio em Deus. E se o humanista apontar para o excesso de males, frustrações, injustiças e o sofrimento inocente como problemas, o cristão deve reconhecer que o são de fato, mas destacar mais uma vez que tudo isso se constitui em razões adicionais para crer na segunda vinda de Jesus.

Se uma pessoa que só crê na ciência vier perguntar o que aconteceria com o propósito de Deus se a humanidade causasse sua própria destruição através de um holocausto nuclear, o cristão teria de afirmar que nada arquitetado pela humanidade ou conseqüência da natureza pode derrotar a Deus.

Podemos confiar em Deus para dar um final feliz à existência terrestre, o qual se constituirá, na realidade, em um novo começo. Portanto, a oração do cristão, e a minha particularmente, continua sendo: “Ora, vem, Senhor Jesus” (Apoc. 22:20).

terça-feira, 9 de junho de 2009

Nome precioso


Já ouvimos falar de grandes homens que mudaram a sua sociedade, sua família, que mudaram a história. Homens como: Budá, Maomé, Zaratrusta, Lao-Tsé, Confucío e outros. Mas nenhum deles mudou a vida de um homem. Qual deles puderam curar o dar a vida á alguém? Qual deles tem poder?

Há somente um nome poderoso. Um nome só. Jesus Cristo. nome Bendito, Amoroso, Conselheiro, Salvador e Redentor. Tem poder pra curar e salvar. Perdoar pecados e trazer a vida a quem morre.

Jesus o Deus transformado em homem "mas esvaziou-se a si mesmo, tornando-se a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens" Filipenses 2:7.

Este nome construiu uma das maiores religiões do planeta, movimentou doze homens diferentes que tinham sonhos diferentes, objetivos diferentes a proclamarem a mensagem da Salvação nos cofins da Terra na época. Ele fez cobradores de impostos com defeitos de caráteres, que eram ambiciosos, avarentos, ladrões a transforma-se em homems humildes, bondosos e que amava ao próximo como Mateus. Ou homens rudes, inteperantes, tempestuosos, agressivos como Pedro num pescador de homens. Ele movimentou a quem estava a Sua volta e O aceitava.

Este nome movimentou a fé de milhões durante os séculos e ainda movimenta, este nome tem este poder. Mortos ressuscitaram, doentes se curaram, cegos voltaram a enxergar, coxos a andar. E ainda nos mostrou o verdadeiro amor.

Trouxe esperança aos desesperados, alegria aos tristes, deu cores a vida que antes haviam perdido brilho por conta das tribulações da vida. Sem dúvida esse nome é poderoso! Há esperança em Teu nome Jesus, Ele nos dá forças, Bendito és Tu Jesus entre os homens, pois Tu és o meu Senhor!!

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Pintor retrata Barack Obama como Jesus Cristo


Para homenagear Barack Obama por seus 100 primeiros dias na Casa Branca, o artista Michael D'Antuono ousou: retratou o presidente americano como ninguém menos que Jesus Cristo. Coroa de flores na cabeça, braços estendidos, a obra não deixa dúvidas de que o Obama é tido, pelo menos pelo autor da polêmica obra, como o novo messias, aquele que foi enviado à Terra para salvar a humanidade - ou pelo menos os EUA. A peça - acrílíco sobre lona, 76cm x 137cm - será exibida no dia 29, quarta-feira, em plena Union Square, em Nova York.

O autor se exime das críticas - e óbvias comparações - dizendo que a obra é "aberta a interpretações individuais". É verdade, há algumas diferenças. A cruz não está lá. Em seu lugar, ao fundo, o selo presidencial. Obama, ao invés do seio desnudo, veste terno. Mas mesmo o título da obra não deixa muita margem para dúvidas: "The Truth" ("A Verdade", em português), faz referência a um trecho da Bíblia em que Jesus diz a João 14:6, "Eu sou o caminho, a verdade e a vida".

"Mais que um retrato do presidente, 'A Verdade' expressa o momento político, religioso e social que nosso país atravessa", diz D'Antuono em material de divulgação da exibição de sua obra. "'A verdade', como a beleza, está nos olhos de quem vê", diz o press release da mostra.

D'Antuono ainda convida o público a enviar para ele, por e-mail, suas reações à peça, respondendo à seguinte questão: "Qual a sua verdade?"

O Globo

Nota: Não é a primeira vez que se faz este tipo de correlação. Ainda na época da campanha se lançou pela primeira vez este tipo de idéia. Fico a pensar o que será da humanidade nos próximos anos. O amor se esfriará de muitos... acabaram sua fé e até poderão perderem sua salvação. O fim está próximo.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

A ressurreição de Cristo e a guarda do domingo


“É fundamental para a nossa fé e para o nosso testemunho cristão que se proclame a ressurreição de Jesus de Nazaré como um acontecimento real, histórico, atestado por numerosas testemunhas que se tornaram autoridade”, disse [Bento XVI] na audiência geral, perante milhares de peregrinos reunidos no Vaticano... Para o Papa, “a novidade surpreendente da ressurreição é tão importante que a Igreja não deixa de proclamá-la, prolongando a sua recordação, especialmente no Domingo, que é o dia do Senhor e a Páscoa semanal do povo de Deus”. (Ecclesia)

NOTA: Concordo com a ressurreição de Cristo como um fato histórico. As evidências são abundantes neste particular. O ponto de discordância fica sendo em relação ao domingo como dia do Senhor, alegado memorial da ressurreição de Cristo. É exatamente o contrário o que encontramos no texto bíblico.

O memorial da ressurreição é o batismo por imersão: "Ou, porventura, ignorais que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo Jesus foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida" (Rm 6:3, 4).

O dia do Senhor é o sábado: "Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor vosso Deus; não farás nenhum trabalho" (Ex 20:10). "Porque o Filho do Homem é Senhor do sábado" (Mt 12:8).

Depois da ressurreição o sábado deveria continuar como dia do Senhor: "Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado" (Mt 24:20 - alerta de Jesus para fugir da destruição de Jerusalém que ocorreria só no ano 70 d.C.). O apóstolo Paulo continuou guardando o sábado do Senhor (At 18:4).

A ressurreição de Jesus não ocorreu no sábado do Senhor, nem no sábado cerimonial: "Mas, no primeiro dia da semana, alta madrugada, foram elas ao túmulo, levando os aromas que haviam preparado. E encontraram a pedra removida do sepulcro; mas, ao entrarem, não acharam o corpo do Senhor Jesus" (Lc 24:1-3). Havia sete sábados cerimoniais (dias de santa convocação e descanso solene) relacionados com as sete festas religiosas do calendário judaico. Estes sete sábados (como que feriados) poderiam cair em qualquer dia da semana, até mesmo no sétimo dia. Quando coincidia o sábado do Senhor com um sábado cerimonial, então, era chamado de sábado grande, como aconteceu no ano em que Jesus morreu (Jo 19:31). Um fato interessante é que, nas três primeiras festas do calendário judaico, que aconteciam no primeiro mês, havia dois sábados cerimoniais - nenhum deles relacionado com a Páscoa (sexta-feira em que Jesus morreu) ou com as Primícias (domingo em que Cristo ressuscitou).
Segundo Levítico 23, o primeiro e o último dia da festa dos Pães Asmos deveriam ser sábados cerimoniais (seta vermelha na figura ao lado) - no ano em que Jesus morreu o primeiro dia dos Pães Asmos caiu no sábado. Portanto, nem pelos sábados cerimoniais pode-se chegar à conclusão que o domingo é o dia do Senhor por ter Cristo ressuscitado em um dia santo.

Os sábados cerimoniais e todo o ritual do santuário chegou ao fim com a morte de Cristo: "Farei cessar todo o seu gozo, as suas Festas de Lua Nova, os seus sábados [quando se refere aos sábados do Senhor aparece "meus sábados"] e todas as suas festividades" (Os 2:11). "Eis que o véu do santuário se rasgou em duas partes de alto a baixo" (Mt 27:51).

sexta-feira, 13 de março de 2009

Desastres naturais: Indícios do fim


“Haverá sinais no Sol, na Lua e nas estrelas; sobre a Terra, angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas” (Lucas 21:25).

O mundo dificilmente esquecerá o que aconteceu no domingo, 26 de dezembro de 2004. Quatorze países da Ásia foram arrasados pelos tsunamis, ondas gigantes formadas no litoral do Oceano Índico. Fugindo do inverno no Hemisfério Norte, milhares de europeus – 20 mil suecos apenas na Tailândia, onde 80% dos mortos eram estrangeiros – estavam nos hotéis e locais paradisíacos do Sul e Sudeste da Ásia, desfrutando férias e totalmente à vontade, o que fez com que a tragédia assumisse proporções ainda maiores.

A partir das informações que circularam o mundo no dia fatídico, em jornais, telejornais, notícias pelo rádio e internet, os números só foram crescendo: “Poucas são as palavras que conseguem resumir números tão trágicos. Os mais de 12 mil mortos do domingo se tornaram, ontem, 24 mil. Muitas das fotos são impublicáveis. Corpos boiando na água. Crianças mortas enfileiradas no chão”, afirmou um dos principais jornais brasileiros, dois dias após a tragédia. [1]

Em sua manchete principal, esse jornal trouxe estampadas várias fotos expressando o desespero dos parentes dos mortos, seguidas das informações:

* 24 mil mortos * 75 mil desaparecidos * 2 milhões desabrigados

Extensão do drama choca o mundo

“Desespero. Este é o sentimento em lares nos cinco continentes depois que um terremoto e ondas gigantes devastaram o litoral de oito países no Sul e Sudeste asiáticos”. [2]

Na ocasião, operações de resgate tinham entrado em ação no Sri Lanka, Indonésia, Índia, Tailândia, Ilhas Maldivas e até na Somália, país situado a 5 mil quilômetros de distância do epicentro do terremoto e que, no entanto, foi atingido pela catástrofe.

A devastação das águas foi tamanha que, temem os estudiosos, pode ter extinto algumas etnias da Índia: “Ontem, cientistas descobriram que o terremoto de domingo arrastou o arquipélago indiano de Nicobar, com 550 ilhas. Uma ilha foi dividida ao meio e outras desapareceram. Teme-se que algumas etnias muito antigas que só existiam em Nicobar tenham sido completamente extintas”. [3]

Na quinta-feira, quatro dias após, as manchetes diziam: “Marés de corpos, Mortos já são 80 mil e podem chegar a cem mil; 5 milhões estão sem água e comida”. O texto afirmava: “Estimativas da Organização Mundial de Saúde indicam que cerca de cinco milhões de pessoas foram deixadas sem água ou comida e acesso a saneamento básico após o mais devastador maremoto da História atingir a zona costeira de 14 países no Oceano Índico, domingo. O número de vítimas, que não pára de aumentar à medida que o mar vai devolvendo quantidades enormes de corpos, já chega a 80 mil”. [4]

Os milhares de desaparecidos já faziam antever a extensão da tragédia: “A catástrofe, no entanto, pode ser bem maior, pois ainda há dezenas de milhares de desaparecidos e algumas áreas mais remotas de Sumatra e das Ilhas Andaman e Nicobar ainda não foram alcançadas pelas equipes de socorro. A Cruz Vermelha estima que os mortos podem chegar a cem mil”. [5]

A esta altura dos acontecimentos, correndo contra o tempo e as limitações logísticas impostas pela devastação de proporções dantescas, as autoridades dos países mais atingidos – Indonésia, Sri Lanka, Tailândia e Índia – se viam sobrepujadas pela enorme tarefa de recolher e identificar milhares de corpos espalhados pelas praias, ruas e escombros e levar assistência aos sobreviventes.

Na Índia, foram recuperados os corpos de mais de 500 pessoas que morreram na Basílica de Nossa Senhora de Vallankanni, apanhadas pelos tsunamis durante a missa. Maior santuário católico do país, o templo fica perto da localidade de Thanjavu, varrida do mapa pelo maremoto. “Quem não morreu no impacto (das ondas) foi arrastado e levado pela corrente” – testemunhou o padre Xavier, responsável pela basílica. [6]

Proporções inimagináveis

Juntamente com a mobilização das agências da ONU, da Cruz Vermelha e outros organismos internacionais no socorro imediato às vítimas, ficavam expostas perante o mundo a impotência humana diante destes grandes desastres naturais: “Estamos enfrentando um desastre de proporções sem precedentes na Natureza”, disse o chefe regional da Federação Internacional de Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, Simon Missiri. “A escala deste desastre é inacreditável”, assombrou-se o ministro da informação indonésio, Solyan Djalil, “no domingo o sistema simplesmente ruiu”. Em outras palavras, o governo local foi paralisado porque eles próprios foram vítimas. [7]

“Eu estive em guerras, participei de muitas operações de ajuda em furacões, tornados e outras calamidades. Mas nunca tinha visto nada como isso”, afirmou o general Collin Powell, na época Secretário de Estado americano. [8]

Outra declaração chocante foi feita por Keith Lambert, um voluntário inglês que atuou no resgate e atendimento às vítimas na Tailândia: “Algumas Pessoas querem saber como é o inferno. Bem, eu acho que se pode imaginar como ele seja pelo que se vê por aqui”.

Nos primeiros dias após a tragédia, inúmeros foram os gestos de apoio humanitário em todo o mundo – aqui no Brasil, inclusive, muitas empresas e pessoas se mobilizaram no recolher e doar alimentos e remédios para as vítimas – mensagens de condolências, expressões de pesar e avaliações sobre a extensão da catástrofe. Talvez a mais precisa e lúcida tenha sido apresentada pela revista Veja, em sua primeira reportagem sobre esse desastre natural: “Tão vasto foi o estrago, que é possível que nunca se saiba com certeza o número total de vítimas”. [9]

Realmente, as dificuldades de identificação dos mortos, aliadas à extensão geográfica da tragédia e falta de registros e identificação civil em muitas das áreas atingidas tornaram isso uma realidade cruel. Hoje, passado quatro anos, fala-se em mais de 250 mil mortes.

Globalização das tragédias

Nem bem o mundo havia concluído a contagem dos mortos vítimas dos tsunamis e se recuperado do duro golpe da tragédia na Ásia, somos sacudidos pelas notícias de seguidas devastações em cidades e Estados dos EUA provocadas pelos furacões Katrina e Wilma.

Dois terços dos habitantes de Nova Orleans são negros, uma proporção cinco vezes maior do que a média americana. Um terço deles vive abaixo da linha de pobreza. Sem dinheiro ou carro para fugir da cidade, formaram o grosso do contingente que acabou ficando em Nova Orleans para esperar a passagem do Katrina. “O desastre expôs a pobreza que atinge parte da população dos Estados Unidos, principalmente negros, quase sempre ofuscada pela prosperidade da economia americana”, afirmou a socióloga Margaret Weir, da Universidade da Califórnia. [10]

Ainda em 2005, o mundo viveria os horrores de um terremoto de proporções gigantescas que sacudiu o Paquistão e a Índia, provocou milhares de mortes e dezenas de milhares de feridos, deixando milhões de desabrigados. Dias depois, o furacão Stan mataria mais de 70 mil pessoas na Guatemala e sul do México. E o vulcão Yamatec, em El Salvador, entraria em erupção causando várias mortes e desalojando pelo menos 7.500 famílias. [11]

“O ano de 2005 poderia ter entrado para a história como o período de maior número de catástrofes naturais. Mas não foi assim. Em 2006 houve registro de ainda mais protestos selvagens da Natureza. Para completar o cenário sombrio, Markku Niskala, secretário geral da Cruz Vermelha Internacional, declarou recentemente que em 2007 houve um aumento de 20% de catástrofes em relação a 2006. Alcançou-se a assustadora cifra de quinhentos cataclismos no mundo inteiro. Na atualidade, calcula-se em 250 milhões o número de pessoas afetadas por desastres naturais a cada dez anos. Na metade dos casos, o elemento destruidor é a água”. [12]

A ira satânica no final da História



No Apocalipse, ao descrever a ação de Satanás nos dias finais da História, a Bíblia afirma: “... Ai da Terra e do mar, pois o diabo desceu até vós cheio de grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta” (Apocalipse 12:12).

Por trás de quase todas tragédias é Satanás que está exercendo o seu poder de destruição, e não Deus! À medida que o mundo avança no pecado e desprezo às Leis do Criador, Deus se vê obrigado a relutantemente remover a Sua proteção e ação restringedora do mal, de forma que Satanás tem mais liberdade para aprimorar sua obra de destruição e morte, que é a sua especialidade:

“O moderador Espírito de Deus, que põe limite ao poder cruel de Satanás, foi removido em grande medida, permitindo-se que realizasse a sua vontade aquele cujo único deleite consiste na miséria humana. Os que haviam escolhido servir à rebelião, foram deixados a colher seus frutos, até que a Terra se encheu de crimes demasiado horrendos para que a pena os descreva”. [13]

Confirmando este posicionamento Bíblico que atribui a Satanás as tragédias e sofrimentos, a Sra. Ellen White escreveu:

“Nos acidentes e calamidades do mar e em terra, nos grandes incêndios, nos violentos furacões e terríveis saraivadas, nas tempestades, inundações, ciclones, ressacas e terremotos, em toda parte e sob milhares de formas, Satanás está exercendo o seu poder. Destrói a seara que está a amadurecer, e seguem-se fome e angústia". [14]

Por outro lado, é certo que os juízos de Deus já começam a cair sobre este mundo; mas estes juízos podem, em grande parte, ser vistos como o resultado da ação de Deus retirar a Sua mão protetora, permitindo que toda a degeneração que o pecado tem potencial para causar na natureza e na alma humana venham à tona com toda sua força e fúria:

“Ao avolumar-se a iniqüidade e retirar-se o protetor poder de Deus, houve tempestades e ventos destruidores. Edifícios foram destruídos pelo fogo e deitados por terremotos...”. [15]

“Um pouco das taças da ira de Deus já tem tido permissão para cair sobre a terra e o mar, afetando os elementos da atmosfera. As causas dessas condições incomuns estão sendo investigadas, mas inutilmente. Já os Seus juízos se manifestam na Terra. Ferozes e terríveis tempestades deixam a destruição e morte em sua esteira. O fogo devorador nivela a desolada floresta e a cidade apinhada. Tempestade e naufrágio aguardam os que viajam no mar. Acidentes e calamidades ameaçam a todos os que viajam em terra. Furacões, terremotos, espada e fome, seguem em rápida sucessão. Contudo, o coração dos homens se acha endurecido. Não reconhecem a voz de advertência de Deus”. [16]

Um horizonte sombrio

Após o longo governo de George W. Bush em que todos os clamores mundiais pelo respeito ao meio ambiente – controle de emissão de gases – caíram em ouvidos moucos, Barack Obama dá sinais freqüentes de respeito às questões ambientais e grande preocupação com a situação do mundo – o que é bastante positivo.

No entanto, as constantes notícias não são nada promissoras e, para muitos pesquisadores e cientistas, o mundo já atingiu aquele ponto crítico sem retorno; é isso o que dizem os jornais a partir das notícias e resultados de pesquisas apresentadas ontem no encontro de especialistas do clima que ocorre até quinta em Copenhague (Dinamarca).

Segundo os cientistas: “A quantidade de calor do Sol absorvido pelo Ártico quadruplicou nos últimos 30 anos, o que aumenta o risco de o sistema climático do planeta cruzar uma fronteira sem volta.

“O número, apresentado saiu de levantamento feito pela Nasa com imagens de satélite. A maior absorção de calor decorre da perda de superfície branca de gelo. Ela gera um ciclo vicioso no qual a própria perda da superfície congelada acelera o processo de derretimento.

“Os números da Nasa saíram de observações entre 1973 e 2007 em regiões próximas ao Alasca que perderam muito gelo. Ao contrário das placas congeladas, que refletem quase toda a luz, o mar absorve o calor e passa a contribuir diretamente para derreter a calota polar.

“De acordo com Son Nghiem, pesquisador do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa que apresentou os dados na conferência, o processo pode explicar as grandes perdas de áreas congeladas nos anos recentes.

“Entre 1998 e 2008, a redução da superfície de gelo no Ártico durante o verão foi 26% superior ao normal. A média nas duas décadas anteriores, embora já indicasse uma diminuição anormal, havia sido de 4%.

“O processo observado no Ártico revela que, devido ao aquecimento global, a região pode estar próxima ao chamado "ponto de virada" --momento em que o processo não pode mais ser revertido. A partir dessa marca o sistema climático seguiria em "resposta positiva", com sua deterioração se retroalimentando, acelerando um eventual colapso.

“No Pólo Norte, o colapso significaria a perda total de gelo durante o verão. A redução total da camada de gelo na região nos meses mais quentes, medida desde os anos 70, já é de 40%. "Ainda não podemos dizer com certeza se o gelo no oceano Ártico deixará de existir no verão. Mas dizemos que os impactos deste fenômeno seriam grandes", diz Nghiem. [17]

Ao apresentar o Sermão Profético, nosso Senhor Jesus profetizou o seguinte sobre os últimos dias que precederiam a Sua vinda: “... angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas” (Lucas 21:25). Sabemos que existem profecias sobre a destruição das cidades litorâneas pela elevação do nível do mar; da mesma forma, sabemos que em muitos lugares – até mesmo do Brasil – o mar tem destruído casas e vilas inteiras, retomando o seu antigo curso e território invadido pelas construções e especulação imobiliária.

Segundo os maiores especialistas em questões climáticas reunidos em Copenhague, o aumento da perda sazonal de gelo durante os verões no Ártico é de 26% e o aumento da absorção de calor do Sol na região, nestes últimos 30 anos, é da ordem de 300%.

“Pesquisas recentes da Universidade de Colorado indicam que as calotas da região poderiam deixar de existir em duas décadas. [...] Alguns cientistas voltaram a alertar que permitir que uma elevação na temperatura de 3C poderia causar o derretimento completo da cobertura de gelo da Groelândia”. [18]

Há uma polêmica e números controversos quanto ao tamanho do “estrago”. De qualquer forma, os cientistas são unânimes em afirmar que o derretimento das calotas polares e o conseqüente aumento do nível do mar – via elevação da temperatura nos oceanos e nos pólos – é inegável e o ritmo surpreende a todos.

Face a isso e ao link que Jesus estabeleceu desta profecia com os indicativos do fim, perguntamos: Como negar que a volta de Jesus está às portas?

Referências


1. Jornal do Brasil, 28 de Dezembro de 2004.

2. Jornal do Brasil, 28 de Dezembro de 2004.

3. O Globo, quinta-feira, 30 de Dezembro de 2004.

4. O Globo, quinta-feira, 30 de Dezembro de 2004.

5. O Globo, quinta-feira, 30 de Dezembro de 2004.

6. [O Globo, quinta-feira, 30 de Dezembro de 2004

7. [O Globo, quinta-feira, 30 de Dezembro de 2004]

8. [Veja, 5 de janeiro de 2005].

9. [Veja, 5 de janeiro de 2005].

10. [Veja, 14 de setembro, 2005]

11. Alejandro Bullon, Sinais de Esperança, pág. 50.

12. Ibidem.

13. O Grande Conflito, pág. 286.

14. O Grande Conflito, pág. 590.

15. Eventos Finais, pág. 100.

16. Testemunhos Seletos, vol. II, pág. 76.

17. Folha de S. Paulo, 11 de Março de 2009.

18. Ibidem.

terça-feira, 3 de março de 2009

Sinais da vinda de Jesus: Quando Ele voltará?



Muitas são as promessas registradas na Bíblia, mas com toda segurança, a mais lembrada e esperada nos últimos dois mil anos pelos cristãos do mundo inteiro é a seguinte:

"Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim eu vo-lo teria dito, pois vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver estejais vós também" (João 14:1-3).

Jesus Cristo, depois de sua morte e ressurreição no ano 31 de nossa era, subiu aos céus prometendo que voltaria para destruir a maldade e instaurar seu reino onde a paz e a felicidade eternas serão estabelecidas. Será possível conhecer a data deste evento? O próprio Jesus responde:

"Porém daquele Dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, mas unicamente meu Pai... Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que vigília da noite havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa. Por isso, estai vós apercebidos também, porque o Filho do Homem há de vir à hora em que não penseis"(Mateus 24:36,43,44).

É por esta razão que não devemos nos deter em especulações quanto às datas, que Deus não revelou. Jesus nos disse que vigiemos, mas sem fixar uma data definida. Não podemos nos assegurar que Jesus regressará dentro de um, dois ou cinco anos, nem tampouco devemos atrasar sua vinda dizendo que talvez não se produza nem em dez, nem em vinte anos.

Contudo é claro que nenhum ser humano sabe o momento exato da vinda de cristo, Deus o sabe e não permitira que este acontecimento chegue sem aviso para aqueles que o estejam esperando:

"Porque vós mesmos sabeis muito bem que o Dia do Senhor virá como o ladrão de noite. Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então, lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida; de modo nenhum escaparão. Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele Dia vos surpreenda como ladrão"(1 Tessalonicenses 5:2-4).

Por quê razão este grupo não permanece em trevas? O que lhes permite conhecer o que o resto do mundo ignora?

"E temos, mui firme, a palavra dos profetas, a qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro..." (2 Pedro 1:19).

Segundo o ensinado pelo Senhor Jesus Cristo, estar atento à palavra dos profetas é o que nos permitirá conhecer quão perto se encontra o dia de seu segundo advento:

"Aprendei, pois, esta parábola da figueira: quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão. Igualmente, quando virdes todas essas coisas, sabei que ele está próximo, às portas" (Mateus 24:32-33).

Que coisas? Há aproximadamente dois mil anos os discípulos preocupados com este mesmo assunto consultaram a seu mestre, que lhe revelou as mais importantes. Esta conversa está registrada na Bíblia para nosso conhecimento.

"E, estando assentado no monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos, em particular, dizendo: Dize-nos quando serão essas coisas e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo? E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane, porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos. E ouvireis de guerras e rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos em vários lugares. Mas todas essas coisas são o princípio das dores" (Mateus 24 3-8).

Se você é daquelas pessoas que gostam de estar em dia com as notícias certamente verá nesta declaração de Jesus Cristo, uma impressionante descrição do que está acontecendo agora mesmo no mundo. Se você comprar o jornal de hoje é muito provável que encontre informações acerca de `seres iluminados' que asseguram que são a encarnação de Cristo e que vieram para salvar o mundo. Também lerá sobre as últimas guerras suscitadas no Oriente Médio e outras zonas de conflito. Lerá acerca dos últimos rumores de guerras anunciadas por astrólogos lendários como Nostradamus ou outros videntes modernos, se inteirará dos milhares de mortos e milhões de feridos deixados pelo último terremoto em algum lugar do planeta, se informará da última epidemia coletiva nos países europeus e do novo vírus letal criado por acidente em um laboratório de prestigio em manipulação genética. Tomará consciência da desolação na Etiópia, onde seus habitantes morrem por falta de alimentos. Lerá sobre a crise econômica mundial e da terrível taxa de desemprego que está fazendo que cada vez mais pessoas tenham fome, mesmo nos países mais industrializados.

Apesar do incrível cumprimento das palavras de Cristo, devemos levar em conta que embora elas anunciem que Ele vem, estes sinais não são os últimos nem os definitivos. Se leres esta passagem com cuidado notarás que Jesus Cristo disse: "mas ainda não é o fim" e "tudo isto é só o princípios das dores". Isto mostra que ainda faltam algumas coisas por vir, quais são? Leia com atenção a continuação do sermão pregado pelo Senhor Jesus aos discípulos:

"Então, vos hão de entregar para serdes atormentados e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as gentes por causa do meu nome. Nesse tempo, muitos serão escandalizados, e trair-se-ão uns aos outros, e uns aos outros se aborrecerão. E surgirão muitos falsos profetas e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos se esfriará. Mas aquele que perseverar até o fim será salvo. E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes, e então virá o fim" (Mateus 24:9-14).

Observe a diferença da primeira parte de seu sermão, neste trecho Jesus faz alusão direta aos eventos que devem acontecer pouco antes do fim do tempo, pois termina com as palavras "e então vira o fim". Resumamos estes eventos:

O povo de Deus será entregue à tribulação. Se levantará um ódio generalizado contra eles e lhes perseguirão até a morte.

Os homens odiarão uns aos outros, a maldade multiplicará e o amor de muitos se esfriará.

Falsos profetas se levantarão e enganarão a muitos.

O evangelho do Reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações.

Embora muitos intérpretes citem estes quatros pontos como se tratassem de fatos isolados, o contexto mostra que eles na realidade, fazem parte de uma mesma profecia, pois o ódio e o desamor dos habitantes da terra, somados à obra dos falsos profetas darão como resultado a perseguição e morte daqueles que se levantam para pregar o evangelho do Reino de Deus. Esta conclusão é completamente confirmada por Jesus no livro de Apocalipse:

Advertência: O que é descrito na passagem seguinte não é literal em todos os seus aspectos. Apenas mostra, por meio de símbolos, os personagens e os eventos implicados no grande conflito que se desencadeará antes da vinda de Cristo.

"E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo com grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, porque vinda é a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas. E outro anjo seguiu, dizendo: Caiu! Caiu babilônia, aquela grande cidade que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição! E os seguiu o terceiro anjo, dizendo com grande voz: se alguém adorar a besta e a sua imagem e receber o sinal na testa ou na mão, também o tal beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro. E a fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso, nem de dia de noite, os que adoram a besta e a sua imagem e aquele que receber o sinal do seu nome. Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. E ouvi uma voz do céu, que dizia: Escreve: Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos, e as suas obras os sigam. E olhei, e eis uma nuvem branca e, assentado sobre a nuvem, um semelhante ao Filho do Homem, que tinha sobre a cabeça uma coroa de ouro e, na mão, uma foice aguda. E outro anjo saiu do templo, clamando com grande voz ao que estava assentado sobre a nuvem: Lança a tua foice e sega! É já vinda a hora de segar, porque a seara da terra está madura! E aquele que estava assentado sobre a nuvem meteu a sua foice à terra, e a terra foi segada" (Apocalipse 14:6-16).

Note que esta passagem de Apocalipse menciona os mesmos elementos de Mateus 24 com uma semelhança impressionante. Comparemos em detalhes as duas passagens:

Mateus 24:9 diz: "então os entregarão à tribulação, os matarão, e sereis odiados por todos por causa do meu nome" e Apocalipse 14: 12,13. Refere-se aos que tem a fé de Jesus. "Aqui está a paciência dos santos... Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor". A causa de sua morte tem relação direta com a adoração da "imagem" do versículo 9, pois segundo Apocalipse 13:15 a esta haveria de permitir que falasse e fizesse matar a todo o que não a adorasse.

Mateus 24:9,12 assegura que para esta época se haverá "multiplicado a iniqüidade" e que o povo de Deus será odiado por "todos". Apocalipse 14:9 fala de uma entidade chamada "a besta", a qual aparece em Apocalipse 13:6-8 "blasfemando contra Deus" e fazendo "guerra contra os santos". E embora pareça inacreditável, "todos os habitantes da terra" chegarão a estar de acordo com ela (vs. 8).

Mateus 24:11 diz que "muitos falsos profetas se levantarão e enganarão a muitos." Apocalipse 14:9 fala acerca da imposição da "marca da besta" e da adoração a esta entidade "e a sua imagem" fatos que precisamente terão sua origem na obra de um falso profeta: "... o falso profeta, que, diante dela, fizera os sinais com que enganou os que receberam o sinal da besta e adoraram a sua imagem"(Apocalipse 19:20).

Mateus 24:13 diz que "o que perseverar até o fim será salvo". Apocalipse 14:12, falando do povo de Deus diz: "Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus".

Mateus 24:14 falando da pregação da última mensagem de misericórdia, diz: "E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo". Apocalipse 14:6 diz: "... o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda nação, e tribo e língua, e povo".

Mateus 24:14 diz que imediatamente depois de pregar-se o Evangelho a todas as nações "virá o fim". Apocalipse 14:16 apresenta esta mesma verdade ao dizer "... e a terra foi segada"; pois o Senhor Jesus ensinou em Mateus 13:39 que "a ceifa é o fim do mundo".

Todo o anterior confirma que Apocalipse é, em si mesmo uma extraordinária ampliação dos eventos expostos pelo Senhor Jesus em Mateus 24:9-14 e que na realidade são uma mesma profecia, por meio da qual podemos saber com exatidão quão perto ou quão distante se encontra o "fim do mundo".

É importante ressaltar que apesar da vinda de Jesus estar muito perto, ainda não está "às portas". Somente quando o mundo inteiro se unir contra o povo de Deus, quando se decrete a morte sobre os que se negam prestar adoração a besta e a sua imagem (lembre que são símbolos), poderemos saber com certeza que a vinda de Cristo é iminente.

Amigo leitor, não permita que seu coração se angustie e desanime com o que diz esta profecia. É certo que os que se neguem a adorar a besta e a sua imagem serão perseguidos até as últimas conseqüências, mas também é certo que Deus é nosso Pai, nos ama e não nos deixará sozinhos na prova:

"Dizei aos turbados de coração: Esforçai-vos e não temais; eis que o vosso Deus virá com vingança, com recompensa de Deus; Ele virá e vos salvará." (Isaías 35:4).

Ainda se necessário fosse dar a vida por causa da pregação do evangelho, ou se nosso corpo sofresse dor, e aflição nosso coração, tão pouco devemos temer, pois se cultivamos nossa amizade com Jesus e fazemos dele o centro de nossas vidas, finalmente venceremos:

"Porque qualquer um que quiser salvar a sua vida perdê-la-á, mas qualquer que perder a sua vida por amor de mim e do evangelho esse a salvará" (Marcos 8:35).


"Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; e todo aquele que vive e crê em mim nunca morrerá. Crês tu nisso? (João 11:25,26).


A Bíblia nos diz, também, que não será necessário que todos os filhos de Deus percam a vida, pois haverá um grande número deles que serão protegidos durante este tempo e verão Cristo voltar sem terem conhecido a morte. O apóstolo Paulo descreve esta verdade de modo que nos anima a colocar nossa esperança no glorioso destino que espera aos que permaneçam firmes e constantes:

"Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras" (1 Tessalonicenses 4:16-18).

• Os personagens que intervirão no conflito final já estão presentes e apenas esperam a oportunidade para tomar seu papel no último grande drama da história deste mundo. É importante que todo aquele que crê na palavra bíblica como única regra de fé e prática, investigue com diligência a quê ou a quem se referia Jesus Cristo nas passagens proféticas de Mateus 24 e Apocalipse.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Como decifrar a parábola do rico e Lázaro


A lição que a alegoria pretende ensinar-nos.

Das parábolas apresentadas por Cristo, a conhecida como do rico e Lázaro parece ser a que mais dificuldade apresenta de ser entendida. Em virtude de certas expressões nela usadas, consideram alguns que Jesus teria ensinado que, ao morrerem, uns vão para o Céu, outros para o inferno, tendo assim defendido a teoria imortalista da alma.
Outros são de parecer que a parábola constitui uma espécie de ensinamento de que os pobres têm garantida a salvação, ao morrer, ao passo que os ricos ficam excluídos do Céu, pois já receberam a sua recompensa nesta vida.

E um terceiro grupo, ainda, embora não o declare abertamente, sugere pelas atitudes que é melhor não aventurar nenhuma hipótese. Insinua que a ilustração usada por Jesus ficaria no mesmo plano de tantas outras partes das Escrituras cuja interpretação aguarda ocasião mais propícia para ser conhecida; possivelmente na Nova Terra!
O cuidadoso exame da parábola, contudo, não favorece a teoria de que temos uma alma e, de que esta é imortal. Segundo entendemos, com base na teoria imortalista, alma não tem forma. E algo incorpóreo, sem forma física.

Órgãos como olhos, dedos e língua, portanto, não fazem parte de sua composição, pois são partes do corpo. Ora, na parábola em questão, o rico “levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio” (Luc. 16:23). E pediu que o patriarca mandasse a Lázaro molhar o dedo em água e lhe refrescar a língua (verso 24). Dessa forma, a teoria imortalista não tem respaldo nesta parábola.
Também não é verdade que Cristo estivesse procurando ensinar que somente os pobres se salvam. Um dos personagens usados por Jesus na parábola, é Abraão. De acordo com o livro de Gênesis, Abraão era um homem abastado. Possuía “ovelhas e bois, e prata e ouro, e servos e servas, e camelos e jumentas” (Gên. 24:35). Se a parábola, por conseguinte, estivesse sugerindo que os ricos estão excluídos do Céu, Abraão não poderia encontrar-se onde estava; e em situação tão vantajosa que podia até abrigar em seu regaço o mendigo! Dessa maneira, a ilustração do rico e Lázaro não é uma indicação de que só os pobres são salvos.

Mas, se nenhuma das duas hipóteses consideradas é correta, que pretendia nosso Senhor com esta aparentemente tão complicada ilustração? Será que lhe deu origem apenas para que cada um de nós tirasse a conclusão que desejasse — algumas extravagantes?
Convém notarmos que as parábolas de Jesus sempre se basearam em fatos comuns da vida como, por exemplo, cozinhar, plantar, lidar com animais, o relacionamento de pais e filhos, de senhores e servos; o relacionamento entre irmãos; atividades comerciais como venda e compra; e, também, crenças populares. Estas, ao que tudo indica, não eram incomuns, mesmo entre os apóstolos. Segundo o relato bíblico, eles ainda criam em fantasma, pois confundiram Jesus com um deles, quando nosso Senhor andou sobre as águas (Mat. 14:26). Assim sendo, Cristo deve ter-Se valido de uma crença popular, com a finalidade de extrair dela algum ensinamento proveitoso para Seus ouvintes.

Os personagens
De acordo com o título pelo qual é mais conhecida, a parábola em consideração é denominada “do rico e Lázaro”. Se pudermos descobrir quem são esses personagens, certamente teremos feito uma incursão nesse território aparentemente impenetrável; e poderemos começar a descobrir algo fascinante!

Como se pode observar, a palavra “rico”, usada para descrever o primeiro personagem da alegoria, não constitui um nome próprio, mas indica uma condição social. Lucas 16:19 descreve em pormenores essa condição: “Ora, havia certo homem rico, que se vestia de púrpura e de linho finíssimo, e que todos os dias se regalava esplendidamente”.

A primeira coisa que o texto bíblico salienta, com respeito ao homem rico, são suas vestes, O personagem vestia-se “de púrpura e de linho finíssimo”, declarou Jesus. Tal descrição encontra correspondência em outras partes das Escrituras como, por exemplo, Êxodo 28:5: “Tomarão ouro, estofo, azul, púrpura, carmesim e linho fino”. Como no texto de Lucas, fala-se neste verso a respeito de púrpura e de linho, tecidos utilizados nas vestes sacerdotais. Eram os sacerdotes judaicos que assim se vestiam. Dessa maneira, o homem rico da parábola ninguém mais é senão o sacerdote israelita; por sua vez, o representante máximo do povo judeu.

Pode-se argumentar que as vestes sacerdotais não sejam suficientes para que identifiquemos quem éo homem rico. Talvez não sejam. O restante do verso 19, contudo, robustece ainda mais esta idéia. Diz ele que o rico “todos os dias se regalava esplendidamente” ou, como declara a Edição Revista e Corrigida de Almeida, “vivia todos os dias regalada e esplendidamente”.
Que significa viver “regalada e esplendidamente”? Quer dizer ter em abundância, ter fartura, comer, beber e vestir-se ricamente. Podemos encontrar nas Escrituras algo que corresponda a esta descrição, na experiência do povo judeu? Que aspecto de sua vida pode preencher as especificações aqui apresentadas?

Na argumentação que usa na epístola aos Romanos, o apóstolo Paulo faz uma pergunta à qual procura responder em seguida. “Qual é, pois, a vantagem do judeu? ou qual a utilidade da circuncisão? Muita, sob todos os aspectos. Principalmente porque aos judeus foram confiados os oráculos de Deus” (Rom. 3:1 e 2). Na mesma epístola, diz o apóstolo, um pouco mais adiante: “São israelitas. Pertence-lhes a adoção, e também a glória, as alianças, a legislação, o culto e as promessas; deles são os patriarcas e também deles descende o Cristo, segundo a Carne, o qual é sobre todos, Deus bendito para todo o sempre” (Romanos 9:4 e 5).

Verificamos, pois, que o povo judeu possuía uma incalculável riqueza de cunho espiritual. Poder- se-ia dizer que, como o rico da parábola, a nação judaica vivia regalada e esplendidamente, embora nem sempre desse o devido valor à fortuna que possuía. Deus lhe havia confiado os Seus oráculos, declara Paulo, uma vantagem, de certo modo, sobre os que não eram judeus. Jesus usou as vestes sacerdotais, bem como os privilégios espirituais concedidos ao povo israelita, para criar a figura do homem rico da parábola.

Por sua vez, a palavra Lázaro, empregada para representar o segundo personagem da parábola, também não é nome próprio. Constitui, como diz o Dicionário Bíblico de Buckland, a “forma grega de El-azar”. Esclarecendo um pouco mais, o Dicionário de Davis explica: “Lázaro — do hebraico, El-azar (Deus tem ajudado)”. Contudo, é o Dicionário Enciclopédico da Bíblia que mais facilita a compreensão, ao dizer: “Forma bíblica da abreviação hebraica lãzãr”. E acrescenta: “Aqui, o nome é fictício, bem como o personagem; foi escolhido, sem dúvida, por causa do seu sentido”. Acha também que o nome significa “Deus ajuda”. Uma vez que o homem rico não era uma pessoa, mas um povo, também Lázaro representava uma parte da sociedade em que vivia. Da mesma forma que ele, havia muitos Lázaros entre o povo judeu, desejando alimentar-se “das migalhas que caíam da mesa do rico” (Luc. 16:2 1), sem que sua fome fosse por este saciada. Os publica- nos e os pecadores, enfim, todos quantos não pertenciam à nação israelita, minguavam à espera de que lhes fossem concedidos ao menos alguns fragmentos de bênçãos espirituais, enquanto seus vizinhos esbanjavam essas bênçãos.

Em muitas narrativas bíblicas, este comportamento tanto dos judeus como dos gentios é salientado. Na parábola do filho pródigo, por exemplo, a linguagem do irmão mais moço — um representante do Lázaro da outra parábola — ilustra bem este fato. Depois de ter percorrido sinuosos caminhos e ir dar numa pocilga, comenta Lucas, o jovem “desejava... fartar-se das alfarrobas que os porcos comiam; mas ninguém lhe dava nada” (Luc. 15:16). Lembrava-se com saudade da “fartura” que deixara na casa paterna, quando de lá se afastara.

O fato ocorrido com a mulher cananéia contribui, também, para que se tenha uma idéia da situação dos Lázaros entre os quais Jesus andava, quando aqui esteve. A alegação de Cristo de que não seria bom alimentar os cachorrinhos em prejuízo dos filhos, apresentou ela o irresistível argumento:

“Também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus senhores” (Mat. 15:27). A bênção de ver a filha curada, era a “migalha” bem-vinda que o rico povo judeu deixava cair de sua farta mesa. Avido “cachorrinho”, não queria ela perder a oportunidade de apanhar o precioso fragmento.

Diz a parábola que, além de não conseguir alimentar-se das “migalhas que caíam da mesa do rico”, Lázaro tinha ainda as feridas lambidas pelos cães. Esta figura lembra bem as acusações a que eram constantemente submetidos os que não eram judeus, ou que eram considerados pecadores. Na parábola do fariseu e do publicano esta questão ficou bem definida.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Sinal da volta de Jesus


Quando, porém, ouvirdes falar de guerras e rumores de guerras, não vos assusteis; é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim. Porque se levantará nação contra nação e reino contra reino. [...] Estas coisas são os princípios das dores” Marcos 13:7-8.

O que escrevo aqui é só um grão de areia. O clima de conflito é muito mais tenso do que temos visto e ouvido falar nestes últimos dias. O sangue de muita gente é derramado por todo lado. Cenas de horror, muito mais terríveis que as produzidas por efeitos especiais de filmes, são protagonizadas em diferentes países, as vezes por motivos banais.

Atualmente, os homens já se habituaram a viver em clima de guerra. Uma das maiores guerras da atualidade já dizimou milhares de vidas. Gente inocente, que não tinha nada a ver com os interesses políticos envolvidos. A principio, todo o mundo acompanhava atentamente o desenrolar da guerra. Hoje, apesar das perdas diárias de dezenas de vidas, as pessoas já perderam o interesse. Passou a ser um assunto rotineiro.

Mas você pode-se perguntar: por acaso, não houve guerras desde que o homem apareceu na face da Terra? Caim não matou seu irmão Abel sem motivos? Os países não viveram sempre em guerras? Como isso pode ser um sinal da vinda de Cristo?

É verdade. Depois da entrada do pecado, o homem sempre viveu em clima de guerra. Era o resultado se sua própria guerra interior, de seus encontros e desencontros, de seu afastamento de Deus. Entretanto nunca na historia se viveu em tamanha tensão e sob tanta violência com vive hoje. É a proliferação da guerra por assim se dizer.

Há varias décadas o mundo padeceu duas guerras de dimensões gigantescas. Foram chamadas de Guerras Mundiais. Até então, nada semelhante havia ocorrido na história da humanidade. Ambas foram devastadoras. A primeira Guerra matou 10 milhões de pessoas, e a segunda Guerra ceifou a vida de 55 milhões de seres humanos. Naquela ocasião, em uma transmissão de radio de Hiroshima em 1945, depois de ter sido lançada a bomba atômica, William Ripley afirmou: “Estou parado no lugar onde começou o fim do mundo”. No entanto, essas guerras não eram o sinal do fim, como Jesus havia dito: “E ouvireis falar de guerras e rumores de guerras, vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim” Mateus 24:6-7.

O clima de guerra que vivemos em nossos dias não se limita a conflitos internacionais. O que mina a estrutura básica dos países hoje são as lutas internas.
Dos 56 conflitos armados importantes que foram registrados na década passada, só três conflitos entre países.

Mesmo as nações que lutam terrivelmente contra a fome desperdiçam dinheiro e energia lutando contra irmãos.

Estudos realizados mostram que existe relação entre os conflitos armados e a fome mundial. Um problema leva ao outro.

Por algum tempo, depois da Segunda Guerra Mundial, chegou a se pensar que o mundo teria paz. Os gastos com armamento haviam diminuindo e as nações sonhavam com um futuro melhor. Durante esses anos, o gasto com armas diminui em 37%, e todos acreditavam que estávamos entrando em uma era de tranqüilidade internacional.
Pura ilusão. A profecia dizia que as coisas iriam de mal a pior: “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que sobrevirá repentina destruição” I Tessalonicences 5:3. E assim foi. O sonho acabou em 1988. A partir desse ano, a compra de armas por parte dos países voltou a aumentar: 2% em 1999 e 3% em 2000. Hoje, chega a escandalosa cifra de 835 bilhões de euros por ano, 15 vezes mais que o volume de ajuda humanitária internacional. Para o cumulo dos males, esse aumento foi mais forte nas regiões supostamente menos ricas. E foram elas que mais gastaram com compras de armas.

Os novos pedidos eitos no comércio de armas cresceram escandalosamente nos últimos anos. Ironicamente, os cinco primeiros fornecedores de armas são membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU. Você pode imaginar que haverá paz dessa maneira?
Talvez você possa dizer que não vê tudo isto que estou dizendo, pois vive numa cidade grande. Mas com certeza você está acostumado com outro tipo de violência, da qual sequer tem consciência. Anda com medo, teme circular por lugares a noite ou durante o dia. Isso chama-se violência urbana, uma guerra sem quartéis, que está presente diariamente na vida do homem da cidade.

As palavras de Jesus estão se cumprindo AP pé da letra. Guerras e rumores de guerras. Guerras entre irmãos, loucas e sem sentido. Guerras que nascem no fundo do coração humano. O homem e a mulher se esforçam para entender o que acontece dentro de si, mas não conseguem.

Em meio a esse torvelinho de lutas e aflições, eu convido vice a ouvir a mansa voz de Jesus. “Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou; não vo-la dou como dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize”. João 14:27. Nos tempos de conflitos e guerras em que vivemos, não pode haver convite mais doce.

Estejamos sempre em alertas pois o fim está próximo. Jesus voltará!

Texto adaptado do livro: Sinais de Esperança, Alejandro Bullón

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

A história da redenção contada pelas 7 festas de Israel


O livro bíblico de Levítico (Capítulo 23) esboça de maneira sucinta e cronológica as sete festas solenes instituídas por Deus. Cada festa com seu significado soma a outra para contar de forma universal e profética o plano de Deus para salvar o ser humano.

Dessa forma, além de um significado contextual para o povo que a celebrava no Antigo Testamento, elas passam a assumir um significado mais abrangente na história tipificando alguns aspectos da obra salvífica de Jesus.

Sem detalhar as festas no seu plano histórico, vamos planificar seus cumprimentos proféticos no amplo contexto da história da salvação.

As primeiras quatro festas estão relacionadas com a primeira vinda de Cristo, e as três últimas com a segunda vinda do nosso Senhor.


São elas:
Páscoa – Pães Asmos – Primícias – Pentecostes – Trombetas – Dia da Epiação - Tabernáculos
(Para fácil memorização, note que as quatro primeiras começam com a letra “P”, e duas das três últimas começam com a letra “T”)

1 – Páscoa (Lev. 23:4 e 5): Festa instituída quando o povo de Israel foi libertado da escravidão do Egito (Ex. 12). Um cordeiro era morto no dia quatorze do primeiro mês (Abib) do calendário hebraico.

Cumpriu-se de forma precisa numa sexta-feira ao pôr-do-sol quando Cristo foi morto como um cordeiro (I Cor. 5:7; I Ped. 1:18 e 19).

2 – Pães Asmos (Lev. 23:6 a 8): No dia seguinte à Páscoa (15 de Abib) começava um período de sete dias onde o povo deveria comer pão sem fermento e oferecer oferta queimada ao Senhor. No verso sete o texto diz que no primeiro dia, ou seja, o dia seguinte a Páscoa, o povo não poderia trabalhar.

Essa festa se cumpriu a partir do dia seguinte à morte de Cristo, quando em Lucas 23:54 a 56 diz que as mulheres na sexta-feira de Páscoa embalsamaram o corpo de Jesus e então no Sábado (dia seguinte) descansaram. Começa então o período de consagração daqueles que eram povo de Deus, na esperança da ressurreição de Cristo, que morreu sem pecado, tipificado pelo pão sem fermento (Fermento representa o pecado, leia Mat. 16:6).

3- Primícias (Lev. 23:9 a 14): Acontecia no dia imediato à festa dos pães asmos (16 de Abib) e festejava o início da colheita. Sem entrarmos em detalhes sobre sua contagem, que divergia entre os Fariseus e Saduceus, vamos esboçar seu significado profético no plano de redenção.

Jesus morreu literalmente no dia 15 do primeiro mês (Páscoa) e ressuscitou no dia 16, “como primícias dos que dormem” (I Cor. 15:20). Assim como o povo dedicava ao Senhor os primeiros frutos da colheita, Jesus dedica ao Pai os primeiros frutos da salvação, quando na Sua morte muitos ressuscitaram (Mat. 27:51 a53) e depois foram levados ao Céu com Ele.

4- Pentecostes ou Festa das Semanas (Lev. 23:15 a 22): Parece haver uma ligação desta festa com as anteriores, como sendo uma continuação (v. 15 e 16). Essa festa comemorava o fim da colheita, uma espécie de segunda festa das primícias.

O Pentecostes cumpriu-se cronologicamente em tempo exato (Atos 2:1) e com a descida do Espírito Santo, os seguidores de Deus entregaram “quase três mil pessoas” (Atos 2:41) como frutos da grande colheita desde a morte e ressurreição de Jesus.

Depois da Festa do Pentecostes havia um intervalo até a próxima festa. Assim acontece na história, temos um grande intervalo desde o Pentecostes até a retomado dos cumprimentos proféticos prefigurados pela festa.

5 – Trombetas (Lev. 23:24 e 25): No primeiro dia do sétimo mês era tocada a trombeta para anunciar o primeiro dia do ano civil, ou ano novo. A trombeta também alertava ao povo da proximidade do Dia da Expiação, que era dia de juízo onde se exigia preparação e solenidade. A Festa das Trombetas era um dia de descanso e consagração, representado pelas ofertas queimadas oferecidas a Deus neste dia.

Seu cumprimento profético se deu, no anúncio da proximidade do grande Dia da Expiação, claramente estampado na Primeira Mensagem Angélica: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo” (Apoc. 14:7).

6- Dia da Expiação (Lev. 23:26 a 32): Acontecia no décimo dia do sétimo mês. O Santuário era purificado das transgressões daqueles que um dia sacrificaram um cordeiro e tiveram seus pecados transferidos simbolicamente através do sangue do animal que era aspergido no tabernáculo.

Segundo a profecia de Daniel 8:14, no dia 22 de outubro de 1844 teve início esse grande dia, quando Jesus passou literalmente para o Lugar Santíssimo do Santuário celestial para julgar aqueles que aceitaram um dia o sacrifício de Cristo na cruz como cordeiro de Deus (Heb. 9:23 a 28).

7- Tabernáculos (Lev. 23:33 a 44): No décimo quinto dia acontecia a última festa do ano religioso, a Festa dos Tabernáculos. Os israelitas, em memória ao tempo em que eram errantes no deserto e viviam em tendas, deviam voltar a morar em barracas durante sete dias. Ao contrário da contrição da festa anterior, havia muito júbilo e alegria nesta ocasião. O juízo havia passado e o perdão dos pecados estava garantido.

Era uma festa de colheita também (uvas e azeitonas, ver William L. Coleman, Manual dos Tempos e Costumes Bíblicos, 268 e 269), e havia um espírito de gratidão por tudo que o Senhor havia feito durante o ano.

Seu cumprimento está no futuro, depois do término do Dia da Expiação, na ocasião da volta de Cristo.

Ele virá para fazer a colheita final (Apoc. 14:14 a 16) e seremos levados ao Céu com Ele. Note a descrição deste dia por Ellen G. White: “Todos nós entramos na nuvem, e estivemos sete dias ascendendo para o mar de vidro”. Primeiros Escritos, pág. 16.

Será um dia de muito louvor e gratidão pelo perdão dos pecados (concluído na festa anterior – O Grande Dia da Expiação) e seguirá por sete dias até recebermos de Jesus as coroas da vitória (ver Primeiros Escritos, 16 e 17).

A Bíblia também relaciona essa festa com a restauração final do povo de Deus: “Todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém subirão de ano em ano para adorar o Rei, o Senhor dos Exércitos, e para celebrar a Festa dos Tabernáculos” (Zac. 14:16).

Conclusão: As sete festas de Israel contam de forma universal e cronológica, a história da salvação desde a morte de Cristo na cruz, como cordeiro pascoal, até Sua segunda vinda de forma gloriosa.

Apesar de não celebrarmos hoje essas comemorações como Israel no Antigo Testamento fazia, podemos estudá-las e aprender muitas lições de vida cristã. Sobretudo, não devemos nos esquecer que estamos vivendo no contexto do Dia da Expiação e Cristo está hoje no Santo dos Santos fazendo o juízo investigativo antes de retornar a essa Terra.

É hora de reflexão, contrição e expectativa do glorioso dia que nos aguarda.

Colaboração: PR. YURI RAVEM

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

O mito do Papai Noel versus a realidade de Jesus Cristo


Os autores da Nova Era afirmam repetidamente que o chefe supremo do Logos Planetário - o principal líder deles - chama-se Sanat Kumara. O espírito-guia da autora de Nova Era Alice Bailey, Mestre D. K., define Sanat Kumara como "a vida e a inteligência reveladora que está no nosso planeta." [The Externalization of the Hierarchy (A Exteriorização da Hierarquia), Alice A. Bailey, pg 676]. Mais tarde, Sanat Kumara é identificado por outro título, O Senhor do Mundo [pg 735]. Logicamente, esse é o sinônimo de um dos títulos bíblicos de Satanás. Em João 12:31, 14:30 e 16:11, Jesus chamou Satanás de "príncipe deste mundo". Assim, não pode haver dúvida que Sanat, o líder supremo, a quem os aderentes da Nova Era chamam de "Senhor do Mundo", não é ninguém menos que Satanás, chamado por Jesus de "príncipe deste mundo". Sanat é simplesmente uma transliteração do nome "Satan" [Satã]. Portanto, Sanat é Satanás. Não pode haver dúvida, especialmente quando você percebe que o Plano para produzir a Nova Ordem Mundial de Sanat é idêntico à descrição bíblica sobre como Satanás vai atuar no fim dos tempos.

Sanat é o mesmo que Satanás.

Permita-me apresentar-lhe outra transliteração da palavra Satan.

Em inglês, o nome é Santa Claus, em português, Papai Noel.

Antes que você reaja sem pensar, separe alguns minutos para ler esta comparação entre os ensinos bíblicos de Jesus Cristo e os ensinos místicos do Papai Noel. Muitos pastores lamentam o fato de que o Papai Noel substituiu Jesus Cristo no coração e na mente de muitas crianças e adultos no nosso país atualmente. Quando você ler esta comparação, compreenderá que essa substituição no coração e na mente das pessoas não é acidental. Verá que Satanás, o mestre das marionetes, está puxando as cordinhas do mundo, levando os adultos e as crianças para longe de Jesus Cristo e em direção ao Papai Noel, que é o epítome do amor ao mundo e a tudo o que nele há.


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Esta comparação foi tirada de The Good Newsletter, de Former Catholics for Christ, out/nov/dez 1997. Pode-se ver claramente que alguém criou uma falsificação secular de Jesus Cristo, colocando muitos de seus atributos no Papai Noel! Existem tantos pontos em comum, que é impossível que essa criação tenha sido acidental. Em Jó 1:6-7, vemos que Satanás passeia pela Terra como se ela fosse o terreno de um jardim, totalmente sob seu controle. Satanás pode ser imaginado como o mestre das marionetes, que puxa as cordinhas na Terra. Certamente, nestes dias finais, ele quer ter alguém que desvie a atenção, a admiração e o amor das crianças de Jesus Cristo. Mas, não somente isso, também quer contaminar as crianças desde cedo com a mais devastadora das doenças espirituais, o amor aos bens materiais e o amor a si mesmo, que acompanham o desejo de receber o maior número possível de presentes! A criação e a promoção do Papai Noel certamente cumprem todos esses objetivos.

Lembre-se que uma das profecias de Jesus Cristo sobre o fim dos tempos é que o coração das pessoas estará extremamente frio com relação a ele.

"E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará." [Mateus 24:12]

Certamente, as crianças aprendem a ir à fonte errada para receber presentes, são encorajadas a se comportar bem durante o ano pelas razões erradas, e aprendem a amar os bens materiais, em vez de amar a Deus sobre todas as coisas. Isso nos faz lembrar de outra profecia bíblica:

"Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus." [2 Timóteo 3:1-4].

Essa profecia não descreve exatamente como está nossa sociedade nos dias atuais? As crianças estão aprendendo desde cedo a amar os bens materiais, a tentar obter o maior número possível de brinquedos, e a amar a si mesmas, tudo como conseqüência de acreditar nesse mito pagão do Papai Noel.

Pedimos que você receba essas informações com amor, como elas foram dadas. Você certamente não deve ensinar aos seus filhos o mito do Papai Noel. Ensine que Jesus Cristo é a razão do Natal. Não há nada de errado em dar e receber presentes, mas faça as crianças compreender que é muito melhor dar do que receber. Além disso, mostre-lhes que Jesus Cristo nos deu o maior presente de todos, o dom da vida eterna!

Quando você compreender o modo deliberado como o mito do Papai Noel foi criado, como uma falsa imitação de Jesus Cristo, poderá ver que as crianças podem ser facilmente desviadas espiritualmente crendo e participando nessa história. Mantenha o foco em Cristo para seus filhos.

Essas informações são apenas mais um exemplo que mostra como estamos vivendo nos últimos dias de grande engano e frieza nos corações. Juntamente com os muitos outros sinais do fim dos tempos, esse amor ao Papai Noel pagão é apenas mais um claro sinal do fim.