segunda-feira, 13 de julho de 2009

Preparação Para a Crise Final


Enganos Satânicos nos Últimos Dias

“Aproximamo-nos do fim da história terrestre, e Satanás está trabalhando como nunca antes. Ele está procurando atuar como dirigente do mundo cristão. Com uma intensidade que é incrível, está agindo com os seus enganosos prodígios.”

“Deseja envolver o mundo inteiro em sua confederação. Ocultando sua perversidade sob o disfarce do cristianismo, Ele assume os atributos de um cristão e alega ser o próprio Cristo.” (pág. 135)

“Vi que Deus tem filhos honestos entre os adventistas nominais e as igrejas caídas, e antes que as pragas sejam derramadas, ministros e povo serão chamados a sair dessas igrejas e alegremente receberão a verdade. Satanás sabe disto, e antes que o alto clamor da terceira mensagem angélica seja ouvido, ele suscitará um despertamento nessas corporações religiosas, a fim de que os que rejeitaram a verdade pensem que Deus está com eles.”(pág. 137)

“Antes de os juízos finais de Deus caírem sobre a Terra, haverá, entre o povo do Senhor, tal avivamento da primitiva piedade como não fora testemunhado desde os tempos apostólicos. ... O inimigo das almas deseja estorvar esta obra; e antes que chegue o tempo para tal movimento, esforçar-se-á para impedi-la, introduzindo uma contrafação. Nas igrejas que puder colocar sob seu poder sedutor, fará parecer que a bênção especial de Deus foi derramada; manifestar-se-á o que será considerado como grande interesse religioso. ...” (pág. 137)

“Satanás fará da música um laço pela maneira por que é dirigida.” (pág. 138)

“Se Satanás vê que Deus está abençoando Seu povo e preparando-os para discernir-lhe os enganos, trabalha com sua magistral capacidade para introduzir fanatismo de um lado e frio formalismo de outro, para que ele possa ceifar uma colheita de almas.” (pág. 151)

A Sacudidura

“Perguntei qual o sentido da sacudidura que eu acabava de presenciar e foi-me mostrado que fora causada pelo positivo testemunho motivado pelo conselho da Testemunha fiel, aos laodiceanos. Esse testemunho terá o seu efeito sobre o coração do que o recebe, levando-a a exaltar a norma e declarar a positiva verdade. Alguns não suportarão esse claro testemunho. Opor-se-lhe-ão e isto causará uma sacudidura entre os filhos de Deus.” (pág. 151 e 152)

“É uma solene declaração que faço à igreja, de que nem um entre vinte dos nomes que se acham registrados nos livros da igreja, está preparado para finalizar sua história terrestre, e achar-se-ia tão verdadeiramente sem Deus e sem esperança no mundo, como o pecador comum.”

“Introduzir-se-ão divisões na igreja. Desenvolver-se-ão dois partidos. O trigo e o joio crescerão juntos para a ceifa.” (pág. 149)

“Uma coisa é certa: Os adventistas do sétimo dia que se colocam sob o estandarte de Satanás abandonarão primeiro sua fé nas advertências e repreensões contidas nos Testemunhos do Espírito de Deus. ...Isto é exatamente como Satanás tencionava que fosse, e os que têm preparado o caminho para o povo não dar atenção às advertências e repreensões dos Testemunhos do Espírito de Deus verão surgir uma torrente de erros de toda a espécie. ...O plano de Satanás é enfraquecer a fé do povo de Deus nos Testemunhos.” (pág. 153 e 154)

“O peneiramento de Deus sacode fora multidões, como folhas secas. A palha, como nuvem, será levada pelo vento, mesmo de lugares onde só vemos ricos campos de trigo.” (pág. 155)

“A igreja talvez pareça como prestes a cair, mas não cairá.”(pág. 156)

A Chuva Serôdia

“Devemos ser completamente transformados à semelhança de Cristo. Se a chuva temporã não fizer seu trabalho, a serôdia não desenvolverá a semente até a perfeição.” (pág. 158 e 159)

“O Espírito Santo procura habitar em cada alma. Caso seja Ele bem-vindo como hóspede honrado, os que O receberem se tornarão completos em Cristo.” (pág. 161)

“Devemos orar tão fervorosamente pela descida do Espírito Santo como os discípulos oraram no dia de Pentecostes. Se eles precisaram disso naquele tempo, nós, hoje, mais ainda.” (pág. 161)

“Digo-vos que deve haver entre nós um reavivamento completo. Tem de haver um ministério convertido. Precisa haver confissões, arrependimento e conversões.” (pág. 163)

“Vi que ninguém poderia participar do "refrigério" a menos que obtivesse a vitória sobre toda tentação, orgulho, egoísmo, amor ao mundo, e sobre toda má palavra e ação. Deveríamos, portanto, estar-nos aproximando mais e mais do Senhor, e achar-nos fervorosamente à procura daquela preparação necessária para nos habilitar a estar em pé na batalha do dia do Senhor. Cumpre-nos remediar os defeitos de caráter, purificar de toda a contaminação o templo da alma. ” (pág. 166)

“Foi-me mostrado que, se o povo de Deus não fizer esforços, de sua parte, mas esperar apenas que sobre eles venha o refrigério, para deles remover os defeitos e corrigir os erros; se nisso confiarem para serem purificados da imundícia da carne e do espírito, e preparados para tomar parte no alto clamor do terceiro anjo, serão achados em falta.” (pág. 168)

O Alto Clamor

“A última mensagem de graça a ser dada ao mundo, é uma revelação do caráter do amor divino. Os filhos de Deus devem manifestar Sua glória. Revelarão em sua vida e caráter o que a graça de Deus por eles tem feito.” (pág. 173)

“Em breve haverá um avivamento que surpreenderá a muitos. Os que não percebem a necessidade do que deve ser feito serão passados por alto, e os mensageiros celestiais trabalharão com os que são chamados de pessoas comuns, habilitando-as a levar a verdade para muitos lugares.” (pág. 176)

“Nas igrejas [adventistas do sétimo dia] deverá haver admirável manifestação do poder de Deus, mas ela não influirá sobre os que não se têm humilhado diante do Senhor, abrindo a porta do coração pela confissão e arrependimento.” (pág. 180)

Todos os textos foram extraidos do livro Eventos Finais de Ellen G.White.

Parábola do Rico e Lázaro


Em Lucas 16:19-31 esta a seguinte parábola:

Ora, havia um homem rico, e vestia-se de púrpura e de linho finíssimo, e vivia todos os dias regalada e esplendidamente. Havia também um certo mendigo, chamado Lázaro, que jazia cheio de chagas à porta daquele; E desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico; e os próprios cães vinham lamber-lhe as chagas. E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico, e foi sepultado. E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro, que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro somente males; e agora este é consolado e tu atormentado. E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá passar para cá. E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai. Pois tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham também para este lugar de tormento. Disse-lhe Abraão: Têm Moisés e os profetas; ouçam-nos. E disse ele: Não, pai Abraão; mas, se algum dentre os mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam. Porém, Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite.


Esta parábola nada diz das almas imortais que saem do corpo depois da morte. Além do mais, um princípio fundamental de interpretação bíblica determina que não se pode basear doutrinas sobre parábolas ou alegorias, pois tais históricas são meramente ilustratias.

Eis aqui algumas razões que impedem tomar os personagens desta parábola de forma literal:

1. Se esta parábola for tomada em forma literal, as Sagradas Escrituras estariam se contradizendo quanto à inconsciência dos mortos até o dia em que ressuscitam (cf. Ecles. 9:5, 6 e 10; João 11:11-14; 5:28-29). Vê-se que o ensino bíblico é de que os mortos não estão no Céu, nem no purgatório, nem no inferno (Atos 2:29 e 34; Jó 3:11-19; 17:13). De modo geral, os cristãos crêem que o Espírito Santo não pode contradizer-se (2Tim. 3:15-17; 2Pedro 1:21), portanto, não podemos considerar a parábola como sendo a expressão literal do tema da morte.

2. Se esta parábola for tomada literalmente devemos aceitar que o Céu e o inferno estão tão próximos que os salvos e os condenados podem ver-se e ouvir-se. Este seria o maior castigo que poderiam receber todos quantos se salvem, pois estariam vendo e ouvindo seus entes queridos que se perderam em sofrimento. Que absurdo!
A Bíblia declara abertamente que os maus serão totalmente destruídos (Salmo 37:9 e 20).

3. Se esta parábola for interpretada literalmente, contradiz-se a crença popular de que a alma abandona o corpo no momento da morte, mas na parábola é dito que Lázaro e o rico estão presentes no "pós-morte" com seus próprios corpos físicos, pois se mencionam o “dedo” de um e a “língua” do outro.
Todos sabemos que o corpo permanece na tumba e se desintegra totalmente. Além disso, a sede que sente o rico é própria do corpo, e, afinal de contas, de que serviria um “dedo” molhado “em água” para aliviar os rigores extremos de um fogo verdadeiro?

Conclusão
Poderíamos explorar muito mais os detalhes da parábola, mas pelas razões acima já é possível concluir-se que o relato não é literal, e faz parte de uma série de cinco parábolas que Jesus pronunciou (Lucas 15 e 16) para destacar verdades básicas.

Jesus baseou esta parábola numa crença comum entre os judeus, mas contrária às Escrituras. Esta crença havia sido trazida da cultura de Babilônia, Egito e nações circunvizinhas.

Jesus tomou muito das coisas conhecidas por Seus ouvintes para apresentar Suas
parábolas; uma maneira fácil de chegar ao coração, mas não necessariamente uma
aceitação incondicional do material ou argumento que servia de meio para destacar um ensino.

Por outro lado, os judeus colocavam Abraão acima de Jesus: “Nosso pai é Abraão ... És maior do que o nosso pai Abraão ... ?” (João 8:39 e 53; Mateus 3:9).

Jesus põe na boca de Abraão as palavras que este haveria de ter dito em pessoa: “Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tão pouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos” (São Lucas 16:29-31).

É comum a Bíblia personificar seres inanimados. Por exemplo: as árvores se reúnem para nomear um rei (Juízes 9:8-15); “O cardo ... mandou dizer ao cedro ... Dá tua filha por mulher a meu filho” (2Reis 14:9); “Porque a pedra clamará da parede, e a trave lhe responderá do madeiramento” (Habacuque 2:11); “Se eles se calarem, as próprias pedras clamarão” (Lucas 10:40; Mateus 3:9; ver Jó 12:7 e 8).

O objetivo de Jesus não era que os elementos fossem considerados de forma literal, com relação à vida após a morte, mas sim os 2 princípios gerais que se destacam nesta parábola:
1. Que a recompensa se baseará na conduta adotada enquanto se vive;
2. E que o importante é obedecer à Palavra divina, e não confiar em nossa raça ou origem, nem mesmo sendo carnalmente “filhos de Abraão”.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Michael Joseph Jackson e José


Nestes últimos dias, a mídia resolveu purificar-se de suas culpas exaltando, adorando e homenageando Michael J. Jackson. A mesma mídia, diga-se de passagem, que massacrou o cantor especialmente por causa da suas estranhas aproximações das crianças. Lógico, um assunto preocupante, mas que de forma alguma pode ser banalizado, como a mídia fez, ateando lenha numa das muitas fogueiras de polêmicas que cercavam o popstar em sua curta existência.

Sendo inevitável deixar de falar ou pensar em Michael ultimamente, vale observar alguns fatos. O nome completo dele é Michael Joseph Jackson. Logo, seu segundo nome traz uma grandeza, pois José foi um dos mais famosos governantes que o Egito teve em sua história milenar.

Michael Joseph Jackson apresentou talento incomum, pois, quando criança, cantando com seus quatro irmãos (formavam o grupo Jackson 5), era notadamente muito mais talentoso do que eles, embora fosse o mais novo.

José, embora não chegasse a tanto, era o favorito de seu pai, que o colocou inadequadamente acima de seus 11 irmãos.

Michael Joseph Jackson sofreu tremendos abusos físicos de seu pai, ou seja, o grande astro teve uma infância badernada; nem teve infância, por causa dos desequilíbrios morais e mentais de sua família.

José foi desprezado pelos irmãos, brutalizado, jogado num poço, e arrancado do mesmo poço depois porque Judá, um de seus irmãos, achou que seria bom vendê-lo como escravo. Sem dúvida, os irmãos mais velhos de José não compunham uma família equilibrada.

Michael Joseph Jackson rompeu com a família quando teve propostas atraentes de grandes gravadoras.

José, como supracitado, foi vendido pela família, quando ainda adolescente. A família rompeu com ele.

Michael Joseph Jackson, em sua carreira, teve muitas polêmicas relacionadas com seus valores morais - seja com crianças, seja com casamentos passageiros, namoros, etc.

José teve vida moral impecável. Até suas palavras ecoam: "Como pois faria eu tamanho mal, e pecaria contra Deus?" (Gênesis 39:9).

Michael Joseph Jackson sempre levou consigo mágoas e rancorosos ressentimentos contra a família, especialmente contra o pai.

José perdoou prontamente a todos.

Michael Joseph Jackson, ainda muito jovem, conheceu o sucesso e a popularidade.

José, quando jovem, conheceu o exílio, a prisão, o desprezo e a solidão.

Michael Joseph Jackson decaiu.

José, à medida que foi crescendo, preparou-se (sem o saber) para uma ascensão meteórica, surpreendente e sólida. Tornou-se governador do Egito, a superpotência da época.

Um trecho da bela música "We are the World", cantado por Michael, diz: "Existe a escolha que estamos fazendo. Que estamos salvando nossas próprias vidas."

José nunca escreveria tal letra, ao contrário, ele cria que Deus salva e conserva vidas, como disse: "Para conservação da vida, Deus enviou-me diante da vossa face" (Gênesis 45:5).

Noutro trecho, a mesma música diz: "E as vidas deles serão mais fortes e independentes. Como Deus nos mostrou transformando pedras em pão. E por isso todos nós temos que dar uma mão amiga."

Deus nunca transformou pedras em pães. Na verdade, nosso Deus, Jesus, quando esteve aqui na Terra, recusou-Se a fazê-lo, como lemos: "E chegando-se a Ele o tentador disse: 'Se Tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães.' Ele porém respondeu: 'Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus'" (Mateus 4:3, 4).

José não salvou o Egito e o mundo antigo com um passe de mágica, nem por promover políticas populistas e mirabolantes que literalmente "transformam pedras em pães"; mas por usar ao máximo sua inteligência submissa à vontade de Deus. Embora não fizesse milagre algum, salvou milhares de vidas mediante o planejamento econômico respeitando a natureza e as condições da terra.

O enterro de Michael Joseph Jackson foi polêmico e imprevisível.

José previu seu enterro e ordenou que seu corpo fosse levado para um novo lugar, a terra prometida.

Michael Joseph Jackson teve fortes contatos com o oculto, como bem demonstram alguns trechos de suas músicas, especialmente "Thriller".

José não teve contatos espetaculares com o oculto, nem mesmo experimentou milagres espetaculares de Deus em seu favor. Teve sonhos enigmáticos, os quais despertaram-lhe o desejo de grandeza. Mas esses sonhos pareciam enterrados por causa dos percalços dolorosos pelos quais passou. Mas naqueles momentos difíceis, apesar de não passar por experiências espetaculares, José se manteve fiel a Deus, aceitou seguir Seus caminhos a qualquer preço e sua experiência foi, sim, espetacular porque foi uma experiência de fé a toda prova. José sempre teve comunhão com Deus, e essa entrega diária é, sim, espetacular em sua singeleza e poder.

Observando tudo isso, descobrimos que existe a grandeza que está em nossas mãos; mas grandeza maior vem de Deus. Cabe a nós ser fiéis a todo custo, pois um futuro mais grandioso do que o deste mundo nos espera!

"E depois destas coisas, ouvi no céu como que uma grande voz de uma grande multidão, que dizia: Aleluia, salvação, e glória, e honra, e poder pertecem ao Senhor nosso Deus" (Apocalipse 19:1).

(Silvio Motta Costa, professor da rede pública em Campinas, SP)

FONTE: Michelson Borges

Harry Potter cada vez mais sombrio


A julgar pela confusão que as filmagens de Harry Potter e as Relíquias da Morte causaram há pouco mais de um mês, quando a equipe tomou de assalto a estação de Piccadilly, o barulho promete ser tão grande quanto a expectativa em torno do sexto filme da série. Harry Potter e o Enigma do Príncipe devia ter chegado aos cinemas no fim de 2008, mas teve estreia adiada por conta de ajustes feitos pelos produtores nos EUA. O atraso criou mais burburinho ainda nos fãs que não veem a hora de conferir nas telas cenas que se tornaram antológicas mesmo antes de serem filmadas, como o tão comentado beijo entre Harry e Ginny e a morte de um dos personagens mais importantes da trama criada por J.K. Rowling.

Se Londres sempre foi palco de tragédias como incêndios que estremeceram a cidade ao longo da história, não poderia começar de maneira mais coerente este novo filme. Em um dia comum, em pleno coração financeiro da capital, nuvens negras pairam sobre o Millenium Building, misteriosas forças do mal retorcem a Millenium Bridge e causam uma tragédia de proporções catastróficas. As mesmas criaturas sobrevoam a cidade e desaparecem em um beco qualquer. Quer dizer, viajam para a dimensão em que o medo também é uma força desconhecida, mas tem nome certo: Voldemort.

Mágico mesmo é o poder da franquia em levar milhões de espectadores ao cinema mesmo após oito anos de sequências que nem sempre mantêm a unidade dos livros. Ainda que muitos digam que a força de Harry Potter está se esvaindo, milhares de ingressos antecipados já foram vendidos em todo o mundo. (...)

Estadão

Nota: Harry Potter ajudou a aproximar da bruxaria milhões de crianças em todo o mundo. Praticamente uma geração inteira foi profundamente marcada pelos livros e filmes do personagem. É interessante notar como a abordagem "inocente" do primeiro livro/filme foi se aprofundando, se tornando mais sombria. E muitos cristãos também acabaram envolvidos na "pottermania" sem se dar conta das implicações espirituais disso.[

Papa propõe que ONU comande Nova Ordem Mundial


O papa Bento XVI apresentou, nesta terça-feira (7), a terceira encíclica de seu pontificado, “Caritas in veritate” (Caridade na verdade), a primeira a tratar de temas sociais, ditando “a reforma da arquitetura econômica e financeira internacional” depois da crise americana que atingiu os cinco continentes. Apesar do cunho político, o pontífice se recusou a classificar o documento como um texto “feito especificamente para a crise”.

Trata-se, segundo ele, de uma encíclica destinada a promover “o desenvolvimento humano integral”. Na opinião do papa, a resposta da comunidade internacional à crise passa pela criação de uma “verdadeira autoridade política mundial”, que poderia ser as Nações Unidas (ONU). A proposta de Bento XVI propõe a globalização em novos termos, tendo a ONU com uma “autoridade mundial”, um “degrau superior de organização em escala internacional”.

Para, além de “governar a economia mundial, sanear as economias atingidas pela crise” e “prevenir o seu agravamento e maiores desequilíbrios”. O novo mecanismo proposto pelo Vaticano trataria também de “proceder a um desejável desarmamento integral, alcançar a segurança alimentar, assegurar a proteção do ambiente e regular os fluxos migratórios”, tendo como “princípio a solidariedade”.

O papa entende que a globalização em si “não é boa nem má” e defende que os indivíduos passem da condição de “vítimas” ao papel de “protagonistas” na correção de disfunções graves, que provocam “divisões entre os povos e no interior dos mesmos”.

Aos Estados o papa pede “uma ética que promova a “dignidade inviolável da pessoa humana e também o valor transcendente das normas morais naturais” [grifo nosso].

Uma ética econômica sem estes dois pilares, segundo Bento XVI, “arrisca-se inevitavelmente a perder o seu cunho específico e aparecer em função dos sistemas econômico-financeiros existentes, em vez de servir de correção às disfunções dos mesmos”.

Partindo do diagnóstico de uma “ligação estreita entre a pobreza e o desemprego”, Bento XVI pronuncia-se contra a degradação do “nível de proteção dos direitos dos trabalhadores”, a começar pelo “direito a um salário justo”.

As estruturas sindicais, argumenta o papa, “foram sempre encorajadas pela Igreja”. A encíclica “Caritas in veritate” retoma também a condenação do aborto e da eutanásia, a par da defesa do “casamento entre um homem e uma mulher” enquanto “célula primeira e vital da sociedade”.

E conclui: “Considerar o aumento da população como a causa primeira do subdesenvolvimento é incorreto, mesmo do ponto de vista econômico”.

O documento foi divulgado um dia antes de os líderes do Grupo dos Oito (G-8, composto por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Itália, Japão e Rússia) se reunirem em L’Aquila, Itália, para coordenar os esforços para lidar com a crise global.

Fonte: Minuto Profético

NOTA: O documento publicado pelo Vaticano tem por objetivo último estabelecer uma autoridade mundial única, tendo a ONU como fachada e o Vaticano e outros grupos de interesse político mundiais por trás dos bastidores. Outra sugestão profética no texto é a referência às "normas morais naturais", em outras palavras, os Dez Mandamentos conforme entendidos pela Igreja Católica (aí incluída a guarda do domingo em lugar do sábado bíblico). Logo, a solução para os problemas do mundo, segundo o bispo de Roma, é uma autoridade mundial promover a guarda do domingo ao redor do mundo. Nada mais profético, portanto (Veja Ap 13:15-17).

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Tributo ao Michael Jackson


Ontem mais de 1 bilhão de pessoas assistiram o tributo ao Michael Jackson. Alguns chegam a dizer que foram 2 bilhões se contarmos a rede mundial de computadores (internet). Seja como fo, quase o total da população que tem acesso a internet no mundo.

Foram belos momentos que misturaram emoção, saudade, alegria e tristeza. Sem dúvida sua música fará muita falta a muitas pessoas.

Ma, o que mais me impressionou foi a forma como o Jacksn foi e é idolatrado pelo mundo.

1 bilhão de pessoas assistiram ao funeral. Esta mensagem me fez pensar como o mundo está tão ligado e absorto nas coisas mundanas. Foi um dos eventos que mais deram audiências nos últimos tempos, até mesmo mais que a posse do presidente americano Barack Obama.

Mas haverá um evento no futuro que quebrará todos os recordes de audiência. A volta de Jesus. Sem dúvida alguma o mundo inteiro verá este evento. Mesmo aqueles que não queiram assistir. Jesus voltará. E naquele dia todo o olho o verá, até mesmo os que o transpassaram com a espada.

Orai e vigiai pois o dia está próximo.

Agora voltando ao assunto do funeral, durante a música 'We Are The World', cantada durante o serviço fúnebre do cantor americano, repare no ecran ao fundo, por detrás dos cantores, o "culto ecuménico" que ali foi transmitido aos espetadores, que incluiu uma mistura de sagrado e profano, e até mesmo símbolos ligados à Nova Era.

Este componente importante dos últimos dias tende a ser utilizado com mais frequência na busca deste intento de "unificação". A mídia no geral e a música no particular é um instrumento poderoso que certamente faz parte do contexto do fim. Para entender um pouco mais sobre como isso se estabelece.

Veja o vídeo aqui.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Fifa repreende comemoração religiosa da seleção brasileira


A comemoração da seleção pelo título da Copa das Confederações e o comportamento dos jogadores brasileiros após a vitória sobre os Estados Unidos causam polêmica na Europa. A queixa é de que o time brasileiro estaria usando o futebol como palco para a religião.

A Fifa confirmou ao Estado que mandou um alerta à CBF pedindo moderação na atitude dos jogadores mais religiosos, mas indicou que por enquanto não puniria os atletas, já que a manifestação ocorreu após o apito final.

Ao final do jogo contra os EUA, os jogadores da seleção fizeram uma roda no centro do campo e rezaram. A Associação Dinamarquesa de Futebol é uma das que não estão satisfeitas com a Fifa e quer posição mais firme. Pede punições para evitar que isso volte a ocorrer.

Com centenas de jogadores africanos, vários países europeus temem que a falta de uma punição por parte da Fifa abra caminho para extremismos religiosos e que o comportamento dos brasileiros seja repetido por muçulmanos que estão em vários clubes europeus hoje.

Tanto a Fifa quanto os europeus concordam que não querem que o futebol se transforme em um palco para disputas religiosas, um tema sensível em várias partes do mundo. Mas, por enquanto, a Fifa não ousa punir a seleção brasileira.

"A religião não tem lugar no futebol", afirmou Jim Stjerne Hansen, diretor da Associação Dinamarquesa. Para ele, a oração promovida pelos brasileiros em campo foi "exagerada". "Misturar religião e esporte daquela maneira foi quase criar um evento religioso em si. Da mesma forma que não podemos deixar a política entrar no futebol, a religião também precisa ficar fora", disse o dirigente ao jornal Politiken, da Dinamarca.

Ao Estado, a entidade confirmou que espera que a Fifa tome "providências" e que busca apoio de outras associações.

As regras da Fifa de fato impedem mensagens políticas ou religiosas em campo. A entidade prevê punições em casos de descumprimento. Por enquanto, a Fifa não tomou nenhuma decisão e insiste que a manifestação religiosa apenas ocorreu após a partida. Essa não é a primeira vez que o tema causa polêmica. Ao fim da Copa de 2002, a comemoração do pentacampeonato brasileiro foi repleta de mensagens religiosas.

A Fifa mostrou seu desagrado na época. Mas disse que não teria como impedir a equipe que acabara de se sagrar campeã do mundo de comemorar à sua maneira. A entidade diz que está "monitorando" a situação. E confirma que "alertou a CBF sobre os procedimentos relevantes sobre o assunto". A Fifa alega que, no caso da final da Copa das Confederações, o ato dos brasileiros de se reunir para rezar ocorreu só após o apito final. E as leis apenas falam da situação em jogo.

Fonte:Estadão Online

NOTA:Minuto Profético Querer silenciar as pessoas quanto à sua fé ou sua ideologia política é violar um direito humano básico: a liberdade. Todos têm uma ideologia política e uma religião ainda que inconscientemente. A preocupação legítima e até necessária do Estado (e de entidades particulares) deve ser não misturar política e religião. Mas proibir a expressão religiosa em si é uma violação da liberdade. De mais a mais não custa perguntar: será que eles estariam preocupados se alguns jogadores estivessem defendendo o homossexualismo, o aborto ou a legalização das drogas? Tenho minhas dúvidas... A matéria acima parece mais refletir o perigoso espírito antireligioso moderno...