quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

A História Secreta dos Jesuítas


A leitura deste livro é altamente recomendada para aqueles que se interessam pelo estudo das profecias bíblicas. O autor demonstra, com uma riqueza bibliográfica digna de grandes obras, o papel histórico desempenhado pelos jesuítas em destruir o regime político republicano (liberdade civil) e o protestantismo (liberdade religiosa) onde quer que existissem, tendo como único e exclusivo objetivo final: devolver ao Vaticano a supremacia política mundial (poder temporal).
O autor começa seu estudo com a fundação da ordem da Companhia de Jesus, seus objetivos, princípios e desenvolvimento histórico, passando pelos séculos XVI-XVIII. Além disso, Edmond Paris discorre sobre o posterior renascimmento da ordem jesuíta e sua atuação por trás dos bastidores da 1º e 2º Guerras Mundiais. O apoio ao regime de Hitler tinha um propósito declarado: enfraquecer as nações cujo regime político republicano e religião protestante eram um impecilho aos objetivos de supremacia da Sé Papal.

O Dr. Alberto Rivera (ex-jesuíta) escreveu na Introdução do livro:

"No momento em que Ignácio de Loyola apareceu em cena, a Reforma Protestante tinha danificado seriamente o sistema católico romano. Ele chegou à conclusão que a única possibilidade de sobrevivência para a sua 'igreja' seria através do reforço dos canônes e doutrinas a respeito do poder temporal e da instituição católica romana. Isso aconteceria não pelo simples aniquilamento das pessoas conforme os frades dominicanos se incumbiam de fazer através da Inquisição, mas pela infiltração e penetração em todos os setores da sociedade. 'O protestantismo deve ser conquistado e usado para o benefício dos papas', era a proposta pessoal de Ignácio de Loyola ao papa Paulo III. Os jesuítas começaram a trabalhar imediatamente, infiltrando-se em todos os grupos protestantes, incluindo-se aí suas famílias, locais de trabalho, hospitais, escolas, colégios e demais instituições. Atualmente, têm sua missão praticamente concluída."


"O catolicismo na verdade em muito se assemelha ao protestantismo que hoje existe; pois o protestantismo moderno muito se distancia daquele dos dias da Reforma... Estabeleça-se nos Estados Unidos o princípio de que a igreja possa empregar ou dirigir o poder do Estado; de que as observâncias religiosas possam ser impostas pelas leis seculares; em suma, que a autoridade da igreja e do Estado devem dominar a consciência, e Roma terá assegurado o triunfo nesse país". O Grande Conflito, p. 571, 581.

2 comentários:

Anônimo disse...

Gostaria de que leitura como essas pudesse ser colocada gratuitamente na internet para que um maior numero de leitures tivesse acesso, a informaçoes tão importantes como essas .
Um grande abraço...

Anônimo disse...

Gostaria de que leitura como essas pudesse ser colocada gratuitamente na internet para que um maior numero de leitures tivesse acesso, a informaçoes tão importantes como essas .
Um grande abraço...