sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Modelo desiste de desfilar de lingerie pela Victoria's Secret em nome da fé


Ser uma modelo da grife de lingeries Victoria’s Secret significa fazer parte de um seleto grupo, conhecido por Angels. Os “anjos” são, na verdade, embaixadoras da grife, pois participam de eventos para destacá-la. A modelo Kylie Bisutti, abriu mão de fazer parte desse universo para guardar seu corpo para o marido e “honrar ao Senhor”.

E entrevista ao à coluna Pop Tarts da FoxNews, a modelo de 21 anos falou sobre sua decisão: "Ao evoluir minha relação com Deus e com minha fé, tive certeza de querer guardar meu corpo para o meu marido e de me tornar um modelo para outras mulheres que se espelham em mim”.

"A Victoria’s Secret era minha maior meta na vida e era tudo que eu sempre quis na carreira. Enquanto fiz parte daquilo eu adorava, era muito divertido, mas então me toquei. Desfilar de lingerie começou a se tornar desconfortável por causa de minha fé, afinal, lingerie não é roupa", disse.

Em 2009, aos 19 anos, Kylie participou do concurso que tinha por objetivo escolher uma modelo que desfilaria no espetáculo da grife no referente ano. A campeã, eleita pelo voto popular, foi Kylie que desfilou no encerramento do espetáculo. Ela concorreu com cerca de 10 mil candidatas.

"Meu corpo deve ser apenas para o meu marido e algo sagrado", disse Bisutti, que tinha se casado pouco antes de ganhar a competição de modelagem de 2009. "Eu realmente não quero ser aquele tipo de modelo para as meninas mais jovens. Haviam várias jovens meninas cristãs que me olhavam e pensavam que era certo mostrar seus corpos vestindo lingerie para os homens”, contou.

Apesar de ter desistido de desfilar trajando peças íntimas, Bisutti não deixou a carreira. Recentemente ela apareceu com Jennifer Lopez em um anúncio da Kohl.

Fonte: UOL

Nota: Mesmo no caos de um mundo onde o dinheiro, a fama e a busca por prazeres estão acima da dignidade, escrúpulos pessoas conseguem renunciar carreiras e dinheiro pelo simples fato de conhecer Jesus. Os BBB's bem que poderiam se inspirar nesse exemplo.

domingo, 29 de janeiro de 2012

O que significam as expressões “Chuva Temporã” e “Chuva Serôdia”?

As chuvas temporã e serôdia, são usadas na Bíblia como um termo simbólico do derramamento do Espírito Santo. Esses termos estão relacionados com a estação das chuvas anuais da Palestina.

A chuva Temporã caía durante o outono no tempo de semear a terra garantindo assim, a colheita do inverno. Sem essa chuva a semente não germinava, por isso, essa chuva era necessária para fazer brotar a semente.

A chuva serôdia caia durante as primeiras semanas da primavera antes da colheita, ela era necessária para fazer com que a plantação amadurecesse para a colheita.

Simbolicamente, a chuva Temporã significa o derramamento do Espírito Santo que aconteceu no início da igreja primitiva (Atos, capítulo 2). Essa manifestação do Espírito Santo, veio para germinar a semente do evangelho que estava sendo semeada.

A chuva Serôdia representa o derramamento do Espírito Santo que se manifestará nos últimos dias da história deste mundo e irá preparar a terra para a colheita que Cristo realizará na sua 2ª vinda.. Cremos que a chuva serôdia é um acontecimento futuro. No entanto é possível que individualmente recebamos “respingos” dessa chuva.

A chuva temporã capacitou os apóstolos para realizar sua obra prodigiosa.

A chuva serôdia será um dos maiores acontecimentos da história da igreja. Tem dois propósitos principais: a) Fortalecer o povo de Deus para enfrentar o tempo de angústia e estar em pé durante as 7 pragas. b) Capacitar a igreja para dar o último alerta a este mundo caído (terminar a obra da pregação). A promessa da chuva serôdia (dom do Espírito Santo) foi dada aos cristãos sob condições especiais.

Precisamos sentir nossa pecaminosidade, submeter-nos completamente a Deus e buscar com fé e oração o poder do Espírito Santo. A chuva temporã precisa ser experimentada hoje para que estejamos em condições de receber a chuva serôdia. Esse experimentar hoje é alcançado pela confissão e abandono de todo o pecado. É necessário estar disposto a ser usado e guiado pelo Espírito; eliminar todas as discussões e despojar-se completamente do Eu.

A grande questão agora é esta: que estamos nós fazendo, ou permitindo que Deus faça, para que venha sobre nós a chuva serôdia e logo Cristo volte à terra para nos buscar para o reino celestial?

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Passos de um Deus que se aproxima

"Ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima." (Lucas 21:28)

"Haverá um só cristão cuja pulsação não se acelere ao prever os acontecimentos que se iniciam perante nós? O Senhor vem. Ouvimos os passos de um Deus que Se aproxima." (Ellen White, Review and Herald, 12 de novembro de 1914).

O acordo assinado [no dia 18] entre o governo [português], os patrões e a UGT estabelece a eliminação do descanso compensatório por trabalho suplementar. Ou seja, trabalhar num sábado passará a traduzir-se apenas num acréscimo de remuneração, que não acumula com um dia de descanso. A medida consta da versão final do "Compromisso para o Crescimento, Competitividade e Emprego", e terá "carácter imperativo". Isto é, os patrões deixarão de ter a opção de escolher entre as duas formas de compensação. Na prática, isso significa que os empregados poderão ser chamados a trabalhar seis dias por semana, até um máximo de 25 vezes no ano (Diário de Notícias).

"Com os bancos de horas agora aprovados, vai ser possível trabalhar até 25 sábados por ano. Se um ano tem apenas 52 sábados e se contarmos com os sábados das férias, concluímos que o descanso no domingo é o único dia que fica garantido", disse à Lusa o secretário geral da CGTP, Carvalho da Silva (Diário de Notícias).

O governo de Portugal e sindicatos fecharam [na terça-feira 17] um acordo sobre um pacote de reformas trabalhistas sob os termos de um plano de resgate econômico patrocinado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e a União Europeia (UE).

Para obter o apoio da União Geral de Trabalhadores (UGT), uma das maiores centrais sindicais, o governo derrubou uma de suas principais propostas: o aumento de oito para oito horas e meia da jornada de trabalho.


Entre outras medidas, o acordo encurta o período de férias de 25 para 22 dias por ano e elimina quatro feriados nacionais, dois religiosos e dois civis. Além disso, flexibiliza a maneira como as empresas administram as horas extras dos funcionários. Também aumentou de 200 para 250 o limite de horas extras quando a negociação é feita por convenção coletiva. [...]

O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho celebrou o acordo, dizendo que “temos hoje uma importante coligação social” em Portugal. Ele agradeceu “a todos aqueles que saem da sua zona de conforto” e encontraram “a abertura necessária” para o acordo. Já o sindicalista Arménio Carlos, da CGTP, disse que o acordo é um “retorno ao feudalismo” que aumentará a a desigualdade e a pobreza” no país.


Portugal é um dos países mais afetados pela crise da dívida na Europa e vem adotando medidas de austeridade para receber um socorro de 78 bilhões de euros (Valor Econômico).

Nota: "Os sindicatos serão um dos instrumentos que trarão sobre a Terra um tempo de angústia tal como nunca houve desde o princípio do mundo" (Ellen White, Eventos Finais, p. 116).

"Tanto no Velho como no Novo Mundo o papado receberá homenagem pela honra prestada à instituição do domingo, que repousa unicamente na autoridade da Igreja de Roma" (Ellen White, O Grande Conflito, p. 579).

"A história se repetirá. A religião falsa será exaltada. O primeiro dia da semana, um dia comum de trabalho que não possui santidade alguma, será estabelecido como o foi a estátua de Babilônia. A todas as nações, línguas e povos se ordenará que venerem esse sábado falso" (Eventos Finais, p. 134, 135).

"O que se passa em Portugal?"

Desde a terceira semana de janeiro de 2012 estamos recebendo notícias de arrocho legal contra os guardadores do sábado, em Portugal. Estamos em nosso site divulgando desde quase um ano sobre a iminência de uma crise econômica muito forte, a 3ª depressão na economia global. Os países adiantados estão, de forma inédita, em gravíssima crise econômica em tempos de relativa paz. E aos poucos se justificam medidas drásticas para salvar as economias e os empregos. Os sindicatos irão aliar-se nessa luta pela sobrevivência. E o sábado será atacado. Começou em Portugal, um país onde a Inquisição foi forte, assim como na Espanha, Itália e França.

O governo português tomou uma decisão, que tornou legal, com apoio dos sindicatos, que os empresários lá poderão convocar os trabalhadores em 25 sábados ao ano, sem pagamento de hora extra. Agora o sábado é um dia normal de trabalho, como os dias que o antecedem.

Com agirão os que guardam o sábado, nesse país? Deverão começar a viver pela fé. É a sacudidura mais forte iniciando.

Elen G. White explica que haveria 4 estratégias de satanás contra a Igreja Adventista, antes do fim. Estamos explicando isso de forma simplificada, mas podem ler na próxima inserção, a que segue essa, sob o título “Ciladas de satanás” (ver abaixo). Ali entenderão sobre essas quatro estratégias. É preciso ler bem, pois a irmã White não usa esses termos.

As quatro estratégias são:

1ª) mornidão, ou mundanismo: manter a igreja voltada para o mundo, de modo que ela morna e não conclua nunca a pregação do evangelho;

2ª) opressão, caso a igreja se reaviva (o que acontece desde 2009, por iniciativa do Pr Ted Wilson), e inicie a pregação do Alto Clamor (também a igreja já está crescendo na pregação de verdades que incomodam Babilônia), ensine sobre o verdadeiro dia de guarda, virá a opressão, para tornar impossível a santificação do sábado (é isso que está acontecendo em Portugal);

3ª) decreto dominical, caso a opressão não intimide os guardadores do sábado, então vem o decreto dominical;

4ª) decreto de morte, último recurso, o mais radical, contra o povo de DEUS. Essa estratégia antecede a sétima praga, e é um ato de vingança diante da iminente derrota de satanás e seus aliados, mas será sem efeito prático, pois nenhum santo será morto.

É importante que entendamos o que se passa pelo mundo. Mas muito mais importante é o preparo para permanecermos em pé e não sermos sacudidos da igreja em direção ao mundo.

Fonte: Cristo Voltará

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Ensina a Bíblia o Tormento no Inferno?

Parece-me que, na história do rico e Lázaro (Lc 16:19-31), está claro que o destino dos ímpios é o tormento eterno no inferno. É isso mesmo que ela ensina?

Alguns não vêem a história do rico e Lázaro como parábola, pois são citados nomes próprios, como Lázaro e Abraão, diferentemente da parábola da ovelha perdida (Lc 15:3-7) e de outras em que não são citados nomes próprios.

Deve-se dizer que a história do rico e Lázaro é a única que contém dois nomes próprios – Lázaro e Abraão. Nas demais parábolas, não aparecem nomes próprios, mas essa regra tem essa única exceção. Caso essa história não fosse parábola, seria também citado o nome do rico, não é verdade? Vejamos alguns detalhes que indicam ser essa história uma parábola:

1. Ela começa como parábola: “Havia certo homem rico que…” (Lc 16:19). As outras parábolas começam de maneira igual ou parecida.

Veja: “Qual, dentre vós, é o homem que…” (Lc 15:4); “Qual é a mulher que…” (Lc 15:8); “Certo homem…” (Lc 15:11); “Havia um homem rico que…” (Lc 16:1); “Havia em certa cidade um juiz que… Havia também, naquela mesma cidade, uma viúva que…” (Lc 18:2,3); “Dois homens subiram ao templo…” (Lc 18:10)

2. Ela termina como parábola, com a lição a ser extraída pelos ouvintes, lição introduzida geralmente por algum tipo de exortação ou afirmação categórica: “Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão persuadir, ainda que…” (Lc 16:31).

Veja como terminam outras parábolas: “Digo-vos que…” (Lc 15:7; 18:8, 14); “Eu vos afirmo que…” (Lc 15:10); “Entretanto, era preciso que…” (Lc 15:32); “Eu vos recomendo… para que…” (Lc 16:9).

3. Em parábolas (histórias fictícias), coisas que normalmente não acontecem podem acontecer. No caso desta, mortos estão conscientes e falam, o que, de acordo com a Bíblia, os mortos não podem fazer (SI 115:17; 146:4; Ec 9:5,6, etc). É interessante que a própria parábola diz que haverá ressurreição (Lc 16:31), ocasião em que cada pessoa morta voltará à vida para receber a recompensa – vida eterna ou aniquilação final.

Uma vez que os mortos não têm consciência, mas estão dormindo (Jo 11:11-14) nos túmulos (Jo 5:28, 29), por que, então, contou Jesus essa parábola? Deve-se dizer, primeiramente, que, bem antes de Jesus, os judeus haviam sido influenciados pela cultura grega (helenização) e muitos haviam absorvido crenças gregas, como a imortalidade da alma e a de um inferno de fogo e tormentos. Jesus, então, Se aproveita dessa crença e lhe conta uma parábola, com o fim de ensinar pelo menos quatro lições:

1. Para corrigir a crença judaica de que os sofrimentos desta vida são sempre resultado de uma vida de pecado (cf. jo 9:2). Com certeza, os judeus mal interpretavam as bênçãos e as maldições de Deuteronômio 28: esta parte da Bíblia mostra a regra de que as coisas irão bem para o obediente e mal para o desobediente – mas essa regra tem tantas exceções! Por essa maneira de ver as coisas, o normal seria que o pobre e doente Lázaro (considerado ímpio e amaldiçoado) fosse para um lugar ruim, e o rico (tido como justo e abençoado) fosse para um lugar bom, quando ambos deixassem esta vida. Mas o que fez Jesus? Inverteu a ordem “natural” das coisas: pôs o rico num lugar horrível e de tormentos e Lázaro num lugar bom, chamado “seio de Abraão” (Lc 16:22, 23).

Ao fazer isso, Jesus queria dizer que nem sempre doença e pobreza são o resultado de uma vida injusta, e que saúde e riqueza nem sempre são indicativos de que uma pessoa é justa. Não fosse assim, o que dizer da doença de Jó (Jó 2:7,8) e da pobreza de Jesus, que não tinha nem “onde reclinar a cabeça” (Mt 8:20)? Seriam o patriarca Jó e o Senhor Jesus pessoas injustas e amaldiçoadas? É óbvio que não!

2. Para dizer que quem vive egoisticamente nessa vida não pode esperar a vida de bem-aventurança – a vida eterna. É verdade que boas obras não salvam, mas elas demonstram o quanto amamos a Deus e, por conseqüência, os filhos desse Deus, nossos irmãos. Como diz João: “Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor. [...] pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê” (I João 4:8, 20). Ou seja, uma pessoa sem amor está desabilitada para viver no Céu.

3. Para dizer que, com a morte, o destino está fixado, e que tudo o que alguém tem que fazer quanto à sua salvação ele tem de fazê-lo enquanto está vivo. Depois da morte, estará posto o “grande abismo” (Lc 16:26), que separa salvos e perdidos, o abismo da impossibilidade: quem está perdido não tem mais chance de salvação e quem está salvo não corre mais o risco de perdê-la (e nem desejaria isso). A Escritura é clara: Agora é o dia da oportunidade; hoje é o dia da salvação (2Co 6:2).

4. Para dizer que tudo o que é necessário para alguém se salvar ele o tem na Palavra de Deus, representada por “Moisés e os Profetas” (Lc 16:28-31). Se as pessoas não ouvem a Bíblia, de nada adianta enviar um morto ressuscitado para falar com elas. Isso é exemplificado no caso do outro Lázaro, irmão de Maria e Marta. Mesmo tendo presenciado a ressurreição dele, muitos judeus não se convenceram de que Jesus era o Messias.

Ao contrário: foram contar aos sacerdotes, os quais fizeram planos de matar não somente Lázaro, mas também o autor da ressurreição dele, o Senhor Jesus Cristo (Jo 11:46,47; 12:9-11).

Em face dessas lições, deveríamos nos perguntar: Tenho a errônea concepção de que todo sofrimento desta vida é resultado de uma vida de pecado? Estou aproveitando o dia de hoje, o momento presente, para acertar minha vida com Deus?

Por Ozeas C. Moura, doutor em Teologia Bíblica e professor de Teologia no Salt/Unasp.

Negócio rentável



Um estudo realizado na Espanha sugere que homens usam mais prostituição porque, ao contrário das mulheres, “sabem distinguir entre sexo e amor”. Segundo a pesquisa de dois anos da Universidade de Vigo sobre o perfil dos homens que usam prostitutas, o que eles valorizam no serviço é não ter que conquistar a mulher, nem ter que conversar com ela depois. Para a maioria dos entrevistados, seria uma sorte poder receber dinheiro por praticar sexo. Mais de 90% dos entrevistados consideram as relações sexuais pagas uma necessidade. “Analisamos as mudanças sociais dos últimos 30 anos e vemos a substituição do modelo patriarcal, do pai protetor-provedor pela volta do modelo ‘falocêntrico’, o colecionador de mulheres”, disse à BBC Brasil a socióloga Silvia Pérez Freire, uma das autoras do estudo. “O que motiva (o homem) a consumir serviços de prostituição é o desejo de fortalecer seu papel dominante. Ele acaba identificando o hábito como uma necessidade social”.

A maioria dos usuários, um total de 80%, tem entre 30 e 40 anos e declarou ter vida familiar estável (com esposa ou namorada). A maior parte dos homens diz escolher a que seja menos parecida com a sua própria mulher.

A prostituição é o terceiro negócio mais rentável do mundo, depois dos tráficos de armas e drogas, de acordo com estatísticas divulgadas pelas Nações Unidas.

O levantamento também concluiu que muitos homens entendem que ir em grupos aos prostíbulos é um ato social tão normal quanto um jantar de negócios. Por isso muitos pagam as prostitutas com cartões de crédito das empresas para as quais trabalham. [...]

De acordo com o boletim da Associação de Proteção as Mulheres Prostituídas (Apramp), a Espanha lidera o ranking de consumo de prostituição na Europa: 39% dos homens já disseram ter usado pelo menos uma vez uma prostituta, seguida por Suíça, com 19%; Áustria, com 15% e Holanda, com 14%. [...] Segundo as estimativas oficiais, há cerca de 700 mil prostitutas na Espanha, a maioria imigrantes ilegais e com filhos.

Fonte: UOL

Nota: Em um mundo onde o amor cada dia mais se esfria a industria do sexo, pornografia, drogas e armas se aquecem acada vez mais.

domingo, 9 de outubro de 2011

Sábado nos Pólos



Nas Regiões Polares dias e noites duram seis meses. Guarda-se o Sábado lá? Lógico que sim! Como?
Veja:
Vendo que as Escrituras Sagradas ensinam a observância do Sábado do pôr-do-Sol ao pôr-do-Sol, pessoas há que concluem ser isso impossível no Extremo Norte, onde há todos os anos um período durante o qual o Sol permanece no alto, e outro em que ele permanece oculto abaixo do horizonte, durante as completas vinte e quatro horas do dia.

É certo que residem ali numerosos observadores do Sábado, os quais afirmam não ser difícil saber quando chega a hora do pôr-do-Sol, para então iniciarem a observância do dia de repouso. Surpreendem-se com efeito, ao saberem que haja quem isso julgue impossível.

No período em que o Sol está oculto abaixo do horizonte, os guardadores do Sábado no Extremo Norte observam o dia de sexta-feira ao meio-dia até o Sábado ao meio-dia, porquanto essa hora corresponde ao pôr-do-Sol na região ártica no inverno. Pois todos os dias, enquanto o Sol se oculta sob o horizonte meridional, ele atinge seu zênite ao meio-dia, visto como nessa hora tanto se levanta como se põe, abaixo do horizonte.

Daí por diante, passa a ser visível o pôr-do-Sol, assinalando o começo e o fim do sétimo dia. Cada dia o Sol se ergue um pouco mais cedo e se põe um pouco mais tarde, de modo que a 21 de março (equinócio vernal), o nascer do Sol se dá às 6 horas da manhã, pondo-se às 6 horas da tarde.

Nos dias de verão, em que o Sol não se põe, quando ele alcança o zênite (o ponto mais alto em seu aparente caminho circular no Céu) os habitantes de além do círculo ártico sabem que é meio-dia. E quando chega ao nadir (o ponto mais baixo em seu aparente caminho circular no Céu), nos dias de verão, eles sabem que é meia-noite. Este ponto mais baixo no aparente circuito solar de vinte e quatro horas no Céu é pelos habitantes daquela região denominado ponto do norte. Corresponde, como dissemos, ao pôr- do-Sol. Daí, os habitantes de além círculo ártico, observam no verão o sétimo dia de meia-noite de sexta-feira até meia-noite de Sábado, pois o Sol está então em seu nadir (o ‘mergulho’), que é também o ponto do pôr-do-Sol.

Nem os observadores do domingo nem os do Sábado têm qualquer dificuldade em saber quando começa seu dia de repouso religioso, no Extremo Norte. Em dois períodos do ano o visível pôr-do-Sol serve de sinal para marcar o princípio e o fim do sétimo dia para os adventistas na região ártica. E nos dias em que o Sol não aparece acima do horizonte, o Sábado é observado de sexta-feira, ao meio-dia, até o meio-dia do Sábado, por isso que essa hora corresponde ao tempo do pôr-do-Sol, segundo o prova o último pôr-do-Sol visível ocorrido no princípio do período, e o primeiro pôr-do-Sol visível ocorrido no final do período. Mas durante o tempo em que o Sol está no Céu contínuamente, o Sábado é observado de sexta-feira à meia-noite, até meia-noite do Sábado, porque o Sol está em seu nadir nesse momento do dia, como o provam o último pôr-do-Sol visível no princípio do período, e o primeiro visível pôr-do-Sol ocorrido no final do período.” - R.L. Odom, The Lord’s Day On a Round World, págs. 121, 122,138,140,141,143,144. Citado em Consultoria Doutrinária, pág. 154.

“E mesmo na terra do ‘Sol da meia-noite’, pergunte-se a um explorador dos polos e ele achará ridícula a idéia de não ter ali noção do dia, seu começo e fim. Os exploradores árticos mantêm a exata contagem dos dias e semanas em seus diários, relatando o que fizeram em determinados dias. Eles dizem que naquela estranha e quase desabitada terra, é possível notar a passagem dos dias durante os meses em que o Sol está acima do horizonte, pelas posições variáveis do Sol, e durante os meses em que o Sol está abaixo do horizonte, pelo vestígio perceptível do crepúsculo vespertino. E se um sabatista se encontrasse lá no polo, e tivesse algum receio de perder a contagem das semanas, bastar-lhe-ia dirigir-se, por exemplo, a uma missão evangélica entre os esquimós, e lá obteria a informação do que deseja, pois os missionários sem dúvida saberiam quando é domingo para nele realizarem sua Escola Dominical… Certamente que eles não perderiam o ciclo semanal.” – Arnaldo B. Christianini, Subtilezas do Erro, pág. 177-178.

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